Sumergido en el callejón
Sumergido en el callejón
Aquí está el control
Donde de a diario zumbo
Bien demoníaco
En las aceras cazando ando
A chavalos caga palos andan acechando
Ay, mis pendejos
Ahora resulta que los patos le tiran a las escopetas
Ya no hagan tanto pancho
Porque
Si ando de este lado
No tengo tiempo para andar jugando
Ando laborando
No juego con el enemigo
Vine para generar, no traten
De estorbar
Que después pueden lamentar
La cosa seria sobre aviso no ay engaños
El apodo bien respaldado
Simón, soy el chulo, patrullo sin freno
Ponte verga, porque puede que te atropelle
Mis días no los desaprovecho
Me volví un adicto al dinero
Si no tengo, me siento enfermo
Mi diente nunca miente, quiero villete
Aquí ando en Salto Filo
Morrillo pero generando con estilo, siempre al tiro
Porque ando trabajando
Las cosas claras, nada de rodeos
Por eso sigo en el juego
Eso les anda pesando
Mucha gente anda envidiando por esa enfermedad
Muchos acaban muertos
No quieren lo que tengo
Quieren que no lo tenga
Una hectárea de verga para que se entretengan
Y no anden molestando
No me gusta repetir
Espero que les quede claro
Nada ni nadie me detiene
El respeto me lo he ganado con los años
Respeto para ser respetado
Soy de barrio
No me anden contando
Por mucho he pasado
Ya he vivido derrotas y fracasos
Me tocó empezar desde abajo
No soy millonario
Pero ahora tengo para lo que quiero
Ando gastando así como me lo gané
Para eso se hizo el varo
De nada sirve guardarlo
Nada me llevo cuando vaya para el pozo
El brillo del oro no me ha cambiado
Sigo siendo el mismo vato
A la raza me gusta apoyar
Por malagradecidos que las patas me han jalado
Esos ya se fueron para no volver
Y si los vuelvo a ver
Ahora sí me van a conocer
No anden tentando al diablo
Por varios putos me volví desconfiado
Mantengo a pocos a mi lado
Prefiero andar solo que mal acompañado
Pocos amigos son contados
Un saludo les agradezco
A los que se quedaron cuando todo el mundo se apartó
Ellos saben quiénes
No hago mención para que no haya quemazón
Y a chingar su madre el resto
Submerso no beco
Submerso no beco
Aqui tá o controle
Onde todo dia eu zumbido
Bem demoníaco
Nas calçadas eu ando caçando
Os moleques caga-pau tão de olho
Ai, meus otários
Agora os patos tão atirando nas espingardas
Não façam tanto barulho
Porque
Se eu tô desse lado
Não tenho tempo pra ficar brincando
Tô trampando
Não brinco com o inimigo
Vim pra gerar, não tentem
Me atrapalhar
Que depois podem se arrepender
A coisa séria, sobre aviso não tem engano
O apelido bem respaldado
Sim, sou o chulo, patrulho sem freio
Se liga, porque pode ser que eu te atropelhe
Meus dias não perco
Me tornei um viciado em grana
Se não tenho, me sinto doente
Meu dente nunca mente, quero grana
Aqui tô em Salto Filo
Moleque, mas gerando com estilo, sempre alerta
Porque tô trampando
As coisas claras, nada de rodeios
Por isso sigo no jogo
Isso tá pesando pra eles
Muita gente tá com inveja dessa doença
Muitos acabam mortos
Não querem o que eu tenho
Querem que eu não tenha
Uma hectare de pau pra se entreter
E não ficarem enchendo o saco
Não gosto de repetir
Espero que fique claro
Nada nem ninguém me para
O respeito eu conquistei com os anos
Respeito pra ser respeitado
Sou de quebrada
Não venham me contar
Já passei por muito
Já vivi derrotas e fracassos
Tive que começar do zero
Não sou milionário
Mas agora tenho pra o que quero
Tô gastando assim como ganhei
Pra isso que serve a grana
De nada adianta guardar
Nada levo quando for pro buraco
O brilho do ouro não me mudou
Continuo sendo o mesmo cara
Gosto de apoiar a galera
Por ingratos que as patas me puxaram
Esses já foram pra não voltar
E se eu os ver de novo
Agora sim vão me conhecer
Não fiquem provocando o diabo
Por causa de vários filhos da puta eu fiquei desconfiado
Mantenho poucos ao meu lado
Prefiro andar sozinho do que mal acompanhado
Poucos amigos são contados
Um salve eu agradeço
Aos que ficaram quando todo mundo se afastou
Eles sabem quem são
Não faço menção pra não ter queimação
E que se danem o resto