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Ascetismo e Paixão

Kriegsmaschine

Asceticism And Passion

Thus far inwards come few in
This naught and this nowhere
He who seeks the cross of Christ
And falls alone, remains alone in his fall
Thus far inwards come few in
Oblivion and all have failed
He who seeks the cross of Christ
Shall fall and remain alone in his fall

I am weary, I am drained
My prayer is adrift, my zeal bygone
I am forsaken, I am lost
I am open for it to dwell
An epiphany in starving darkness
The hunger and the absence
A new Sun, whose rays are frozen and barbed

Oceans of stasis
Beyond gehinnom
Void comes, void claims
No more I live

See it come in blood and horror
As it tears through shrouds of will
As it rips through veils of psyche
To conquer and to devour

See it come in death and doom
To feed upon the seeds of doubt
Erect its throne upon
Dry remnants of shattered soul
Scio cui credidi

My heart and life have become
A grotesque sanctuary wherein it manifests
With glimpse of its void
Through every fiber of these putrid lungs
Each word resounds with bleak confidence andominous faith
Scio cui credidi

An epiphany in starving darkness
The hunger and the absence
Beyond gehinnom

Void comes, void claims
I shall rise high this new heart of stone
Forever closed to his love
A burden, yes, and a bitter reward
For adoration of the three nails
And true communion with God

I am transformed, I am given purpose
Scio cui credidi

Ascetismo e Paixão

Até aqui, poucos se aprofundam
Neste nada e neste lugar nenhum
Aquele que busca a cruz de Cristo
E cai sozinho, permanece sozinho em sua queda
Até aqui, poucos se aprofundam
No esquecimento e todos falharam
Aquele que busca a cruz de Cristo
Cairá e permanecerá sozinho em sua queda

Estou cansado, estou esgotado
Minha oração está à deriva, meu zelo se foi
Estou abandonado, estou perdido
Estou aberto para que isso habite
Uma epifania na escuridão faminta
A fome e a ausência
Um novo Sol, cujos raios estão congelados e envenenados

Oceanos de estagnação
Além de gehinnom
O vazio vem, o vazio reclama
Não vivo mais

Veja isso chegar em sangue e horror
Enquanto rasga os véus da vontade
Enquanto despedaça os véus da psique
Para conquistar e devorar

Veja isso chegar em morte e desgraça
Para se alimentar das sementes da dúvida
Erigir seu trono sobre
Restos secos de uma alma despedaçada
Scio cui credidi

Meu coração e minha vida se tornaram
Um santuário grotesco onde isso se manifesta
Com vislumbres de seu vazio
Através de cada fibra desses pulmões podres
Cada palavra ressoa com confiança sombria e fé ominosa
Scio cui credidi

Uma epifania na escuridão faminta
A fome e a ausência
Além de gehinnom

O vazio vem, o vazio reclama
Eu me levantarei alto, este novo coração de pedra
Para sempre fechado para seu amor
Um fardo, sim, e uma amarga recompensa
Pela adoração dos três cravos
E verdadeira comunhão com Deus

Eu fui transformado, me foi dado um propósito
Scio cui credidi