In¿ynierowie Z Petrobudowy
Nie pêkaj koleœ, nie ³am sie przecie
To o nas wczoraj sta³o w gazecie
Pisa³a sama "Trybuna Ludu"
¯e nas ogarnia romantyzm budów
W takim pisaniu nie ma usterek
Postaw literek, niech brzêkn¹ szk³a
Przed nami naród odkrywa g³owy
In¿ynierowie z Petrobudowy
K³adziemy lachê, niech brzêkn¹ szk³a
Budowniczowie na 102
Piæ ¿ycia rozkosz, a có¿ nam to szkodzi
Nawet PKS do nas dochodzi
A w zesz³e œwiêto mia³em kobite
Co mia³a obie nogi umyte
W Warszawie Ptaszyn niech zdziera p³uca
Niech tañczy Gruca, Holoubek gra
My tutaj mamy program gotowy
In¿ynierowie z Petrobudowy
K³adziemy lachê, niech brzêkn¹ szk³a
Budowniczowie na 102
Ciê¿ko siê ¿yje o suchym chlebie
Za to nikt grobów nam nie rozgrzebie
Szatkuj dwie zmiany zim¹ i latem
Wyœpisz siê w piachu pod kombinatem
R¹k trzeba wiele, pomników ma³o
Kogoœ z³ama³o, lecz ¿ycie trwa
Wiêc niechaj zabrzmi slogan bojowy
In¿ynierowie z Petrobudowy
K³adziemy lachê, niech brzêkn¹ szk³a
Budowniczowie na 102
Choæ nie ma w kabzie srebra ni z³ota
Przyda siê przecie¿ nasza robota
Dopchamy wreszcie w ktorymœ tam roku
Do wojny co to ma byæ o pokój
Co oszczêdzimy to ktoœ ukradnie
Idzie sk³adnie jakoœ siê pcha
Wiêc wykonajmy plan narodowy
In¿ynierowie z Petrobudowy
K³adziemy lachê, niech brzêkn¹ szk³a
Budowniczowie na 102
Engenheiros da Construção
Não se quebre, irmão, não se desanime
Sobre nós saiu uma matéria no jornal
Escrita pela própria "Tribuna do Povo"
Dizendo que estamos imersos no romantismo das obras
Nesse tipo de escrita não há falhas
Coloque as letras, que os vidros estilhacem
Diante de nós, o povo se revela
Engenheiros da Construção
Colocamos a mão na massa, que os vidros estilhacem
Construtores a mil por hora
Viver a vida é um prazer, e o que isso nos prejudica?
Até o ônibus chega até nós
E na última festa eu tive uma mina
Que tinha os dois pés bem lavados
Em Varsóvia, Ptaszyn quebre os pulmões
Deixa o Gruca dançar, o Holoubek toca
Aqui temos o programa pronto
Engenheiros da Construção
Colocamos a mão na massa, que os vidros estilhacem
Construtores a mil por hora
É difícil viver só de pão seco
Mas ninguém vai desenterrar nossos túmulos
Trabalhe duro em duas turnos, no inverno e no verão
Você vai se esgotar na areia sob a fábrica
Mão de obra é o que não falta, monumentos são poucos
Alguém quebrou, mas a vida continua
Então que ressoe o slogan de luta
Engenheiros da Construção
Colocamos a mão na massa, que os vidros estilhacem
Construtores a mil por hora
Embora não haja prata ou ouro no bolso
Nossa labuta é necessária
Finalmente vamos empurrar em algum ano
Para a guerra que deve ser pela paz
O que economizarmos, alguém vai roubar
A coisa vai se arrastando de algum jeito
Então vamos cumprir o plano nacional
Engenheiros da Construção
Colocamos a mão na massa, que os vidros estilhacem
Construtores a mil por hora