Londyn
Tu czarne niebo nade mn¹, bruk pod nogami
Otoczony wko³o dwoma ceglanymi murami
Te mury strzeg¹ prywatnych w³aœcicieli dóbr
Kto po nie wyci¹gnie rêkê, temu odpadnie
I bêdzie nie³adnie
Wygl¹daæ nie³adnie
Tu wszystkim rz¹dzi wielka hierarchia
Ka¿dy tutaj swoje miejsce ma
Tu du¿y bije ma³ego, a gdy skoñczy
Wtedy ma³y wstanie i pobije jeszcze mniejszego
A dlaczego, dlaczego tak jest
Dlaczego, dlaczego, dlaczego ty pytasz siê
I nie wiesz, nie wiesz
¯e dlaczego ty pytasz siê
I nie wiesz, nie wiesz
¯e dlaczego ty pytasz siê
I nie wiesz, nie wiesz
¯e dlaczego ty pytasz siê
I nie wiesz, nie wiesz
¯e ...
Londres
Esse céu negro sobre mim, o chão de pedra sob os pés
Cercado por dois muros de tijolos
Esses muros protegem os donos das riquezas
Quem estender a mão, vai se dar mal
E vai ficar feio
Vai ficar bem feio
Aqui tudo é dominado por uma grande hierarquia
Cada um aqui tem seu lugar
Aqui o grande bate no pequeno, e quando acaba
Então o pequeno se levanta e bate no ainda menor
E por que, por que é assim?
Por que, por que você está perguntando?
E não sabe, não sabe
Que por que você está perguntando
E não sabe, não sabe
Que por que você está perguntando
E não sabe, não sabe
Que por que você está perguntando
E não sabe, não sabe
Que ...