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Mãos para Cima

Kult

Rêce do Góry

Goœciñcem jecha³ powóz, w powozie siedzia³ Jaœnie Pan
Na w³oœciach okolicznych s¹siaduj¹cych z zamkiem
Gdy uci¹³ sobie drzemkê obudzi³ go wrzask dziki
WoŸnica le¿a³ martwy, zbóje wznosili okrzyki

Sta³ powóz na goœciñcu przez zbójów pl¹drowany
Pan z³ota oddaæ nie chcia³, zakuli go w kajdany
Zabrali z³oto, powóz i konie w dal powiedli
Tak sta³o siê, bo Jaœnie Pan nie odda³ po dobroci

Rêce do góry, daj ca³e z³oto które wieziesz ze sob¹
Rêce do góry, bez si³y lub przemoc¹

Rêce do góry, daj ca³e z³oto które wieziesz ze sob¹
Rêce do góry, bez si³y lub przemoc¹

I min¹³ jakiœ czas, goœciniec opustosza³
I tylko jeden wieœniak id¹c zbójów znowu ujrza³
Przestraszy³ siê i schowa³, lecz jego te¿ dopadli
Zabrali grosze dwa i kijem kark ok³adli

Szed³ panicz po naukê do grodu pobliskiego
Wyprawili go rodzice by w ¿yciu doszed³ do czegoœ
Gdy szed³ tak po goœciñcu dumaj¹c o przysz³oœci
Dopadli go znienacka, z³upili bez litoœci

Rêce do góry, daj ca³e z³oto które wieziesz ze sob¹
Rêce do góry, bez si³y lub przemoc¹

Rêce do góry, daj ca³e z³oto które wieziesz ze sob¹
Rêce do góry, bez si³y lub przemoc¹

Minê³y d³ugie lata i nie ma ju¿ goœciñca
W tym samym teraz miejscu przebiega wzd³u¿ ulica
I tylko zbóje dalej, ubrani doskonalej
Czyhaj¹ na ofiarê by z³upiæ j¹ bezczelniej
Heja ho...

Jak praca to i p³aca, gdy idziesz po nale¿ne
A zbóje eleganccy pokazuj¹ ciê palcem
S³yszysz - to nie przesada, tu z nami nie ma ¿artów
Nasz wódz po ciebie przys³a³ wyczysciæ ciê z zarobków

Rêce do góry, daj ca³e z³oto które wieziesz ze sob¹
Rêce do góry, bez si³y lub przemoc¹

Rêce do góry, daj ca³e z³oto które wieziesz ze sob¹
Rêce do góry, bez si³y lub przemoc¹

Rêce do góry, daj ca³e z³oto które wieziesz ze sob¹
Rêce do góry, bez si³y lub przemoc¹

Rêce do góry, daj ca³e z³oto które wieziesz ze sob¹
Rêce do góry, oddawaj ...

Mãos para Cima

Os viajantes chegaram de carruagem, no carrinho estava o Senhor Jaśnie Pan
Nas redondezas, vizinhos do castelo
Quando ele cochilou, um grito selvagem o acordou
O bandido estava morto, os ladrões gritavam em festa

A carruagem parou na estrada, saqueada pelos bandidos
O Senhor não quis entregar o ouro, o prenderam em correntes
Levaram o ouro, a carruagem e os cavalos para longe
Assim aconteceu, porque o Senhor Jaśnie Pan não entregou por bem

Mãos para cima, dá todo o ouro que você traz com você
Mãos para cima, sem força ou violência

Mãos para cima, dá todo o ouro que você traz com você
Mãos para cima, sem força ou violência

E passou um tempo, a estrada ficou deserta
E só um camponês, ao ver os bandidos, ficou apavorado
Ele se escondeu, mas também o pegaram
Levaram suas moedinhas e o espancaram com um bastão

O jovem ia estudar na cidade vizinha
Os pais o mandaram para que na vida ele conseguisse algo
Enquanto caminhava pela estrada, pensando no futuro
Os bandidos o pegaram de surpresa, saquearam sem piedade

Mãos para cima, dá todo o ouro que você traz com você
Mãos para cima, sem força ou violência

Mãos para cima, dá todo o ouro que você traz com você
Mãos para cima, sem força ou violência

Passaram-se muitos anos e não há mais estrada
No mesmo lugar agora passa uma rua
E só os bandidos continuam, vestidos de maneira elegante
Esperando por uma vítima para saquear sem vergonha
Heja ho...

Se tem trabalho, tem pagamento, quando você vai atrás do que é seu
E os bandidos elegantes te apontam com o dedo
Você ouve - não é exagero, aqui não tem brincadeira
Nosso chefe mandou te buscar para te limpar dos seus ganhos

Mãos para cima, dá todo o ouro que você traz com você
Mãos para cima, sem força ou violência

Mãos para cima, dá todo o ouro que você traz com você
Mãos para cima, sem força ou violência

Mãos para cima, dá todo o ouro que você traz com você
Mãos para cima, sem força ou violência

Mãos para cima, dá todo o ouro que você traz com você
Mãos para cima, devolve...

Composição: