T³uszcza
Stajli, stajli
Stajli, stajli
T³uszcza jest tam pochowana, t³uszcza jest z³a
T³uszcza agresywnie broni tego co ma
A chcia³aby mieæ wiêcej, nie chcia³aby mniej
Nie podnoœ na matkê rêki, uschnie Ci, hej!
Stajli, stajli
Stajli, stajli
T³uszcza grozi i wymaga, t³uszczy siê bój
Gdy wyje i grozi wtedy lepiej stój
A m¹dry po szkodzie znowu ja nie chcê byæ
Fala za fal¹ nie potrafi tego zmyæ
Bojê siê Ciebie, gdy w t³umie stoisz
Bojê siê Ciebie bo Ty inny tam siê robisz
Raz! Dwa! Bojê siê i ja! Raz! Dwa! Bojê siê i ja!
Bojê siê Ciebie na wieki, wieków. Amen
Bojê siê Ciebie i w domu zostanê
T³uszcza za gard³o chwyta wtedy gdy chce
Wyzwala w Tobie, we mnie same cechy z³e
A gdy taki czas, ¿e rozbiegnie siê
Wtedy bêdzie za póŸno, bêdzie ca³kiem Ÿle
Na skraju miasta chujnia wyrasta
Tam niejeden mia³ okazjê byæ, dorastaæ
Za firanami pochowani urzêdnicy
Patrz¹ ze strachem na t³uszczê na ulicy
Bojê siê Ciebie gdy w t³umie stoisz
Bojê siê Ciebie bo Ty inny tam siê robisz
Raz! Dwa! Bojê siê i ja! Raz! Dwa! Bojê siê i ja!
Bojê siê Ciebie na wieki, wieków. Amen
Bojê siê Ciebie i w domu zostanê
Dwa razy dwa równa siê dwa
Ze strachu racja mo¿e wygl¹daæ i tak
Mo¿e procesja, a mo¿e to agresja
Ona chce dla siebie coraz wiêcej miejsca
T³uszcza jest tam pochowana, t³uszcza jest z³a
Ka¿den zaœ z osobna to samo, samo ma
Policja federalna w bezruchu stoi
Ka¿dy skurwesyn takiej t³uszczy siê boi
Bojê siê Ciebie gdy w t³umie stoisz
Bojê siê Ciebie bo Ty inny tam siê robisz
Raz! Dwa! Bojê siê i ja! Raz! Dwa! Bojê siê i ja!
Bojê siê Ciebie na wieki, wieków. Amen
Bojê siê Ciebie i w domu zostanê
Gordura
Stajli, stajli
Stajli, stajli
A gordura tá enterrada lá, a gordura é malvada
A gordura defende com tudo o que tem
E queria ter mais, não queria ter menos
Não levanta a mão pra mãe, ela vai murchar, ei!
Stajli, stajli
Stajli, stajli
A gordura ameaça e exige, a briga se intensifica
Quando ela grita e ameaça, é melhor ficar parado
E o sábio só aprende depois do estrago, não quero ser assim
Onda após onda não consegue limpar isso
Eu tenho medo de você, quando tá no meio da galera
Eu tenho medo de você porque você se transforma lá
Um! Dois! Eu também tenho medo! Um! Dois! Eu também tenho medo!
Eu tenho medo de você pra sempre, amém
Eu tenho medo de você e vou ficar em casa
A gordura te pega pelo pescoço quando quer
Desperta em você, em mim, só as piores qualidades
E quando chega a hora de se dispersar
Aí vai ser tarde demais, vai ser bem ruim
Na beira da cidade, uma merda aparece
Lá, muitos tiveram a chance de ser, de crescer
Atrás das cortinas, os funcionários escondidos
Olham com medo pra gordura na rua
Eu tenho medo de você, quando tá no meio da galera
Eu tenho medo de você porque você se transforma lá
Um! Dois! Eu também tenho medo! Um! Dois! Eu também tenho medo!
Eu tenho medo de você pra sempre, amém
Eu tenho medo de você e vou ficar em casa
Dois vezes dois é igual a dois
Por medo, a razão pode parecer assim
Pode ser uma procissão, ou pode ser agressão
Ela quer cada vez mais espaço pra ela
A gordura tá enterrada lá, a gordura é malvada
Cada um por si tem a mesma, a mesma coisa
A polícia federal tá parada
Todo filho da puta tem medo dessa gordura
Eu tenho medo de você, quando tá no meio da galera
Eu tenho medo de você porque você se transforma lá
Um! Dois! Eu também tenho medo! Um! Dois! Eu também tenho medo!
Eu tenho medo de você pra sempre, amém
Eu tenho medo de você e vou ficar em casa