Lesangue Deborah
Esiziale, secco e disumano scarto di secondo che vale tanto quanto una
vita
che e' piu' finita di una resa mai incominciata
Musicala questa traversata, dal mio nido a quello della mia amata
L'atmosfera e' o.k.
Tutto e' bello,
Polly io ti voglio nel mio cervello
L'auto fila via liscia carezzata dal vento
che e' biscia e morbido striscia sulle lamiere
madide al sole giallo di guai
Esiziale, secco e disumano scarto di secondo in agguato:
guardami cosi' bello e rapito dalle gioie di un veleggiare muto
raro come l'arcano da serbare prezioso come un mare da salvare
a proposito della mia vita
L'auto fila via liscia verso lo stop e nulla compare a fare
una breccia da dietro il sole disteso giu' sulla strada
L'auto parte via liscia: e' un attimo realizzare che
NO NON E' COSI' in un lasso
esiziale un bolide appare e finisce li'
E il sole scaglia la sua gloria e se la ghigna
Una confusione per incubazione!
C'e' una babilonia di disagio e compassione!
Sono coma inascolto, bagnato sull'asfalto Grilla
come olio un lago imporporato
E il sole scaglia la sua gloria e se la ghigna
Sangue Deborah
Essencial, seco e desumano desperdício de segundo que vale tanto quanto uma
vida
que é mais finita do que uma rendição nunca começada
Musicaliza essa travessia, do meu ninho ao da minha amada
A atmosfera tá de boa
Tudo é lindo,
Polly, eu te quero na minha cabeça
O carro desliza suave, acariciado pelo vento
que é serpente e macio, desliza sobre as chapas
encharcadas sob o sol amarelo de problemas
Essencial, seco e desumano desperdício de segundo à espreita:
me olha assim tão bonito e hipnotizado pelas alegrias de um navegar mudo
raro como o arcano a ser guardado precioso como um mar a ser salvo
falando da minha vida
O carro desliza suave em direção ao sinal e nada aparece pra fazer
uma brecha por trás do sol estirado na estrada
O carro parte suave: é um instante pra perceber que
NÃO, NÃO É ASSIM em um intervalo
essencial um foguete aparece e acaba ali
E o sol lança sua glória e dá risada
Uma confusão por incubação!
Tem uma babilônia de desconforto e compaixão!
Estou como um coma sem ouvir, molhado no asfalto Grila
como óleo um lago avermelhado
E o sol lança sua glória e dá risada