De Beste Zeit
Da Oide is neich do. No nie vuahea gsehn.
Hockt se weg mit sein Achtl, fangt nach drei an ins Redn.
Ned laut und ned deutlich, des geht schwa ohne Zähnt.
Er mermpelt dahea, daß de Zeit zu schnö varennt.
I kumm öfta vuabei am Weg Schank-Heisl und retour.
Er hod sei sechstes Achtl, sogt: "Vastehst, bleda Bua?"
Sog i. "I vasteh ollas." Sogt er: "Du vastehst an Schas.
I woa da Schnellste von olle. I woa amoi a Jas.
Europamasta. Rücken und Brust.
Auf 200 Meta olle vaputzt.
Olle vablosn, bis 38.
Dann einzogn und furtgschickt schnölla oistas kneißt.
A Loch in da Lungen seit 54 Joa.
A Joa lang a Jas und da Rest fia de Hoa.
Nix schwimmt so schnö wia de eigenen Fö.
So schnö kannst garned sei, is a scho vuabei.
Nix schwimmt so schnö wia de eigenen Fö.
Schau mi an, schau mi an...
Schau mi an, schau mi an..."
O Melhor Tempo
A velha não tá aqui. Nunca vi tão cedo.
Ele se embriaga com seu copo, começa a falar depois das três.
Nem alto e nem claro, isso sai sem dentes.
Ele murmura que o tempo tá passando rápido demais.
Eu passo frequentemente pelo bar e volto.
Ele tá no seu sexto copo, diz: "Entendeu, seu idiota?"
Eu digo: "Entendo tudo." Ele diz: "Você entende uma besteira.
Eu era o mais rápido de todos. Eu já fui um campeão.
Europeu. Costas e peito.
A 200 metros todos se cansam.
Todos se perdem, até 38.
Então entram e mandam embora, rápido, só um instante.
Um buraco nos pulmões desde 54 anos.
Um ano como um campeão e o resto pra galera.
Nada flutua tão bem quanto o próprio ego.
Nada pode ser tão bom, já passou.
Nada flutua tão bem quanto o próprio ego.
Olha pra mim, olha pra mim...
Olha pra mim, olha pra mim...
Composição: G. Brödl / Kurt Ostbahn