Confesión
Me miras, me tomas de la mano
Y me pides que me sienta a tu lado en el sofá
Que extrañas cada noche de locura
El besito que te daba en la mañana...
Me miras, me tomas de la mano
Y me pides que me sienta a tu lado en el sofá
Que extrañas cada noche de locura
El besito que te daba en la mañana al despertar
Que me amas que de eso no tenga duda
Pero que extrañas al hombre que un día
Te enseño a besar, que te hace falta
Te hace falta que te diga, que te quiero
Que te amo, que recorra con mis manos cada rincón de tu cuerpo
Que te desnude con besos y que lo haga cada noche
No importa que estés dormida que quieres sentirte viva
Que porque de vez en cuando no te invito una copa
Que tú quieres embriagarte y que te quite la ropa
Y que te haga el amor como lo hacía cuando aún eramos novios
Que estás viva todavía, que quieres sentirte mía
Extrañas cada poro de mi piel
La lluvia cae mojando la ventana
Una brisa sopla fuerte como si quisiera hablar
Una lágrima corre por tu mejilla
Nada puede detenerla, se le ve que lleva afán
Que me amas, me susurras al oído
Pero que extrañas al hombre que un día
Te enseño a besar, que te hace falta
Te hace falta que te diga, que te quiero
Que te amo, que recorra con mis manos cada rincón de tu cuerpo
Que te desnude con besos y que lo haga cada noche
No importa que estés dormida que quieres sentirte viva
Que porque de vez en cuando no te invito una copa
Que tú quieres embriagarte y que te quite la ropa
Y que te haga el amor como lo hacía cuando aún eramos novios
Que estás viva todavía, que quieres sentirte mía
Extrañas cada poro de mi piel
Te hace falta que te diga, que te quiero
Que te amo, que recorra con mis manos cada rincón de tu cuerpo
Que te desnude con besos y que lo haga cada noche
No importa que estés dormida que quieres sentirte viva
Que porque de vez en cuando no te invito una copa
Que tú quieres embriagarte y que te quite la ropa
Y que te haga el amor como lo hacía cuando aún eramos novios
Que estás viva todavía, que quieres sentirte mía
Extrañas cada poro de mi piel
Confissão
Você me olha, me pega pela mão
E me pede pra eu sentar ao seu lado no sofá
Que você sente falta de cada noite de loucura
Do beijinho que eu te dava de manhã...
Você me olha, me pega pela mão
E me pede pra eu sentar ao seu lado no sofá
Que você sente falta de cada noite de loucura
Do beijinho que eu te dava ao acordar
Que você me ama, disso não tenho dúvida
Mas que sente falta do homem que um dia
Te ensinou a beijar, que faz falta
Faz falta que eu te diga que eu te quero
Que eu te amo, que eu percorra com minhas mãos cada cantinho do seu corpo
Que eu te despir com beijos e que eu faça isso toda noite
Não importa se você estiver dormindo, que você quer se sentir viva
Que porque de vez em quando eu não te convido pra uma bebida
Que você quer se embriagar e que eu tire sua roupa
E que eu faça amor como eu fazia quando éramos namorados
Que você ainda está viva, que quer se sentir minha
Você sente falta de cada poro da minha pele
A chuva cai molhando a janela
Uma brisa sopra forte como se quisesse falar
Uma lágrima escorre pelo seu rosto
Nada pode detê-la, dá pra ver que ela traz afã
Que você me ama, você sussurra no meu ouvido
Mas que sente falta do homem que um dia
Te ensinou a beijar, que faz falta
Faz falta que eu te diga que eu te quero
Que eu te amo, que eu percorra com minhas mãos cada cantinho do seu corpo
Que eu te despir com beijos e que eu faça isso toda noite
Não importa se você estiver dormindo, que você quer se sentir viva
Que porque de vez em quando eu não te convido pra uma bebida
Que você quer se embriagar e que eu tire sua roupa
E que eu faça amor como eu fazia quando éramos namorados
Que você ainda está viva, que quer se sentir minha
Você sente falta de cada poro da minha pele
Faz falta que eu te diga que eu te quero
Que eu te amo, que eu percorra com minhas mãos cada cantinho do seu corpo
Que eu te despir com beijos e que eu faça isso toda noite
Não importa se você estiver dormindo, que você quer se sentir viva
Que porque de vez em quando eu não te convido pra uma bebida
Que você quer se embriagar e que eu tire sua roupa
E que eu faça amor como eu fazia quando éramos namorados
Que você ainda está viva, que quer se sentir minha
Você sente falta de cada poro da minha pele
Composição: Tialoc Nogiera, René Camacho