Resistiré
Cuando pierda todas las partidas
Cuando duerma con la soledad
Cuando se me cierren las salidas
Y la noche no me deje en paz
Cuando sienta miedo del silencio
Cuando cueste mantenerse en pie
Cuando se rebelen los recuerdos
Y me pongan contra la pared
Resistiré, erguida frente a todo
Me volveré de hierro para endurecer la piel
Y aunque los vientos de la vida soplen fuerte
Soy como el junco que se dobla
Pero siempre sigue en pie
Resistiré, para seguir viviendo
Soportaré los golpes y jamás me rendiré
Y aunque los sueños se me rompan en pedazos
Resistiré, resistiré
Cuando el mundo pierda toda magia
Cuando mi enemigo sea yo
Cuando me apuñale la nostalgia
Y no reconozca ni mi voz
Cuando me amenace la locura
Cuando en mi moneda salga cruz
Cuando el diablo pase la factura
O si alguna vez me faltas tu
Resistiré, erguida frente a todo
Me volveré de hierro para endurecer la piel
Y aunque los vientos de la vida soplen fuerte
Soy como el junco que se dobla
Pero siempre sigue en pie
Resistiré, para seguir viviendo
Soportaré los golpes y jamás me rendiré
Y aunque los sueños se me rompan en pedazos
Resistiré, resistiré
Resistirei
Quando eu perder todas as partidas
Quando eu dormir com a solidão
Quando as saídas se fecharem pra mim
E a noite não me deixar em paz
Quando eu sentir medo do silêncio
Quando for difícil me manter em pé
Quando as lembranças se rebelarem
E me colocarem contra a parede
Resistirei, erguida frente a tudo
Vou me tornar de ferro pra endurecer a pele
E mesmo que os ventos da vida soprem forte
Sou como o junco que se dobra
Mas sempre continua em pé
Resistirei, pra continuar vivendo
Suportarei os golpes e nunca vou me render
E mesmo que os sonhos se quebrem em pedaços
Resistirei, resistirei
Quando o mundo perder toda a magia
Quando meu inimigo for eu mesmo
Quando a nostalgia me apunhalar
E eu não reconhecer nem minha voz
Quando a loucura me ameaçar
Quando na moeda sair cara
Quando o diabo cobrar a conta
Ou se algum dia você me faltar
Resistirei, erguida frente a tudo
Vou me tornar de ferro pra endurecer a pele
E mesmo que os ventos da vida soprem forte
Sou como o junco que se dobra
Mas sempre continua em pé
Resistirei, pra continuar vivendo
Suportarei os golpes e nunca vou me render
E mesmo que os sonhos se quebrem em pedaços
Resistirei, resistirei
Composição: Carlos Toro Montoro / Manuel De La Calva Diego