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Sobre Canhões e Moscas

La Cabra Mecánica

Sobre Cañones Y Moscas

Tengo una canción
que es un arma en las manos de un niño
¡toma!
Tengo que tocarla
y me he roto las manos
abriéndome a puñetazos el camino.

Y la audiencia espera
si no una voz, al menos un eco,
un rechinar de dientes,
qué importa si oigo reír al payaso
mientras caigo del trapecio,
pagaré el precio complaciente.
Y el cliente siempre tiene la razón,
si pa el demonio mi alma
pues para ti mi corazón, servidor.
Hey, mister Tambourine,
que no se acabe el baile,
ojos de vidrio, sol de aluminio,
tuya la sangre de mi nariz.
No es ir de divo en busca de un mal pico,
a ver si es solo que me gusta porque sí,
que me gusta como a ti.

Y la audiencia espera si no una voz,
al menos un eco, un rechinar de dientes,
qué importa si oigo reír al payaso
mientras caigo del trapecio,
pagaré el precio complaciente.
Y el cliente siempre tiene la razón,
si pa el demonio mi alma
pues para ti mi corazón, servidor.
Hey, mister Tambourine,
que no se acabe el baile,
ojos de vidrio, sol de aluminio,
tuya la sangre de mi nariz.
No es ir de divo en busca de un mal pico,
a ver si es solo que me gusta porque sí,
que me gusta como a ti.

Y el cliente siempre tiene la razón,
si pa el demonio mi alma
pues para ti mi corazón, servidor.

Sobre Canhões e Moscas

Tenho uma canção
que é uma arma nas mãos de um garoto
pega!
Preciso tocá-la
e me quebrei as mãos
abrindo o caminho a socos.

E a plateia espera
se não uma voz, pelo menos um eco,
um ranger de dentes,
que importa se ouço rir o palhaço
enquanto caio do trapézio,
vou pagar o preço complacente.
E o cliente sempre tem razão,
se pro demônio minha alma
pois pra você meu coração, servidor.
Ei, senhor Tambor,
que não acabe a dança,
olhos de vidro, sol de alumínio,
sua a sangue do meu nariz.
Não é ir de diva em busca de um pico ruim,
ver se é só que eu gosto porque sim,
que eu gosto como você.

E a plateia espera se não uma voz,
pelo menos um eco, um ranger de dentes,
que importa se ouço rir o palhaço
enquanto caio do trapézio,
vou pagar o preço complacente.
E o cliente sempre tem razão,
se pro demônio minha alma
pois pra você meu coração, servidor.
Ei, senhor Tambor,
que não acabe a dança,
olhos de vidro, sol de alumínio,
sua a sangue do meu nariz.
Não é ir de diva em busca de um pico ruim,
ver se é só que eu gosto porque sim,
que eu gosto como você.

E o cliente sempre tem razão,
se pro demônio minha alma
pois pra você meu coração, servidor.

Composição: Lichis