395px

Que voz mais bonita e prodigiosa (Pasodoble)

La Chirigota de Ale 'El Peluca'

Que voz más bonita y prodigiosa (Pasodoble)

Saben aquel que diu
Va a querer boquerones o pijotas
Aligera que me voy

Que voz más bonita y prodigiosa
Voz tan fina y armoniosa
Voz que te llega al sentio
Tienen el Cádiz los yonkis
Que te hablan como resfriao
Que te entran ganas de darle
Un pale de rhinomer
No me gusta criticar a nadie
Pero es que parece un baile
Cuando van de recogida
Como los del Walking Dead
Dejando lleno de mierda por donde pasan
Algunos salen hasta en comparsa
Y aspiran todo con la nariz
Los hay que ciegos
Están una jartá graciosos
Con los ojos al virule
Solo piensan en su única meta
Que para ellos es beber
Suelen llevar por mascota
Alguna que otra ladilla
Las piernecitas de un mirlo
Y hay que admitirlo
Con la cara más chupa que una cabrilla
Se acercan a ti
Te miran así
Te dicen si tienes
Un papelito pa mi compadre
Tú te quedas así
Si dices que no
Te sueltan los notas
Con la mirada
Tu puta madre
Los hay a montón
Algunos que son de Cadiz
Autóctonos del mar
Que no parecen de Cádiz
Ahora me entenderás
Y otros llegan de
Diversas partes del mundo
En Cádiz yo hasta he visto
A una rumana
Que va torcía
Y sale corriendo
Y otra alemana dando berrios
Más que el Pellejo
Si va subiendo
Aunque esa gente
Son buena gente
Y encima dan
Tema pa cupleses
Pero cada vez tengo más tirria
A tantos enganchados
Que a Cádiz lo tienen
Más que acostumbrados
Al llegar febrero a la ciudad
Impregnando sin respetar
Con alcohol, sexo y drogas
Y miedo
Convirtiendo en lugar perfecto
Sabe lo que te diu
Pa celebrar
El carnaval

Que voz mais bonita e prodigiosa (Pasodoble)

Sabe aquele que diz
Vai querer boquerones ou pijotas
Acelera que eu tô indo

Que voz mais bonita e prodigiosa
Voz tão fina e harmoniosa
Voz que toca o coração
Tem em Cádiz os viciados
Que falam como resfriados
Te dá vontade de dar
Um pale de rhinomer
Não gosto de criticar ninguém
Mas parece uma dança
Quando vão de coleta
Como os do Walking Dead
Deixando tudo sujo por onde passam
Alguns até saem em comparsa
E aspiram tudo pelo nariz
Tem uns que, cegos
Estão uma porção engraçados
Com os olhos esbugalhados
Só pensam na única meta
Que pra eles é beber
Costumam levar como mascote
Alguma que outra piolho
As perninhas de um melro
E tem que admitir
Com a cara mais chupada que uma cabra
Se aproximam de você
Te olham assim
Te perguntam se tem
Um papelzinho pro meu compadre
Você fica assim
Se diz que não
Te soltam os caras
Com o olhar
Sua puta mãe
Tem um monte
Alguns que são de Cádiz
Autóctones do mar
Que não parecem de Cádiz
Agora você vai entender
E outros vêm de
Diversas partes do mundo
Em Cádiz eu até vi
Uma romena
Que vai torta
E sai correndo
E outra alemã gritando
Mais que o Pellejo
Se vai subindo
Embora essa gente
Seja boa gente
E ainda dão
Tema pra cuplês
Mas cada vez tenho mais aversão
A tantos viciados
Que em Cádiz estão
Mais que acostumados
Ao chegar fevereiro na cidade
Imprimindo sem respeitar
Com álcool, sexo e drogas
E medo
Transformando em lugar perfeito
Sabe o que te digo
Pra celebrar
O carnaval

Composição: Alejandro Pérez Sánchez