Tú, Que Piensas de Verdad Que a Los Obreros
Tú, que piensas de verdad que a los obreros
Deberían reducirle los salarios
Que ahora quieren ganar más currando menos
Arruinando a esos pobres empresarios
Tú, que dices que aquí sobran inmigrantes
Delincuentes que debemos expulsar
Tú, que niegas la palabra genocidio
Donde están matando a miles de niños
Porque aquella es una guerra sin más
Tú dormirás con la conciencia tranquila
Mientras que pierden la vida
En las listas de la muerte esperando una cama
Tú dirás que eso es inevitable
Y el que pueda que se pague
Una sanidad privada
Tú, que no llamarás las cosas por su nombre
Tú, que no quieres creer lo que sufre la mujer
Con la violencia del hombre
Hoy te dice un español, gaditano y andaluz
Que tengo muy claro, ante tanta mierda
Que me enorgullece, además de ser de izquierdas
¡No ser alguien como tú!
Você, Que Realmente Acha Que os Trabalhadores
Você, que realmente acha que os trabalhadores
Deveriam ter os salários cortados
Que agora querem ganhar mais trabalhando menos
Arruinando esses pobres empresários
Você, que diz que aqui tem imigrantes demais
Criminosos que devemos expulsar
Você, que nega a palavra genocídio
Onde estão matando milhares de crianças
Porque essa é uma guerra sem mais
Você vai dormir com a consciência tranquila
Enquanto perdem a vida
Nas listas da morte esperando uma cama
Você dirá que isso é inevitável
E quem puder que pague
Uma saúde privada
Você, que não chama as coisas pelo nome
Você, que não quer acreditar no que a mulher sofre
Com a violência do homem
Hoje te fala um espanhol, gaditano e andaluz
Que tenho muito claro, diante de tanta merda
Que me orgulho, além de ser de esquerda
Não ser alguém como você!
Composição: Juan Pérez Casado, José Manuel Sánchez Reyes, Manuel Santander Grosso