395px

Jeeesús

La Excepción

Jeeesús

Jesús, Jesús, Jesús qué Jambos
Rimas como jeringas para curar una epidemia, aborrecío con anemia y un tuerto te
miró, hoy pareces un vampiro. ¿Sangre de tiros?. Eso no es el hip hop amigo, breva o
higo, contigo beba, se va al ombligo como un puñetazo, clamor al cielo porque te cazo,
cosa de carajote no te enchotes porque motes te coloque y busque el choque por un
trueque y acabamos jugando al julepe.

¿Un cagao de LP? El gamba de tupe que se disculpe por estar anticuao y
su rey mullao. Allao en fortuna y sin el riesgo del Dow Jones invierto, acierto y
multiplico los jurdós, ¡por Dios que existe! Y solo ves meigas rayos caigan a lo que
alagan con protocolo súbdito monólogo, clase alta, 12-1 a Malta y alardea de hito, como
de barrio no puedes que eres de Pan Bendito, ¡Pepito de Vaca Loca!, Rap con
Flamenquito no sale de mi boca si te choca mi vocablo no sabrás de lo que hablo, poca
cosa, a falta de causa y mucha pausa. ¡Arsa en ristre este boli, te corten la mano derecha
como al último de los yedis, el cabibi de los cheles te canto, chulón y farrucón porque
más ya no te aguanto.

Jesús, Jesús, Jesús qué Jambos... (x2)

Será posible ó admitible que no se sepan nuestros nombres ni el del disco,
ni de la ciudad que somos.
No es que seamos mu famosos, vamos.
Ni por narices ni cojones tengan tos que conocernos.
Vaya!, pero en este caso estima,
de que tú eres el periodista y nosotros los artistas, no?
Y hace más de siete días que sabías que tenías que hacernos una entrevista.

Documentarte tú? Un poquillo sobre el grupo.
Pa qué? Por qué? Mostrar una pizca de interés, no sé, tal vez.
El ser profesional no es un motivo de peso,
y el proceso de trabajo, majo, viene a ser en plan pasota,
y si ya inventas palabras que no salen de nuestra boca,
no nos gusta ni una gota y pensamos:
Amos chacho, un dibel periodista de pastel!

Jesús qué jambos, qué jambos estos,
y presumen de firmar en el final del texto,
Cuando es esto, que cuando no es aquello.
Y se adjudican reportajes que no han hecho ellos.

Nos llaman de la tele y tos gozando,
pocas oportunidades que al hip hop siguen dando.
Acercando este rap español, es la manera de causar un interés mayor.
Cuando de pronto dicen lo que se teme,
"en directo no se puede, hacerse en playback como debe".
Con el cacho de cadena de televisión que sois,
no me explico que el sonido sea un problema y no cojais.

Teneis profesionales, un largo cableao,
los primicos que son fieras trabajando un decorao
y que finjamos y los labios articulemos es faltarnos el respeto,
y al hip hop ridiculemos.

No! Nos negamos hacer el playback, no aceptamos.
La música adoramos tal que así que nos mostramos.
Da igual que el programa ó la gala tenga tirón,
poner los micros en on ó no conteis con La Excepción.

Y a ver el presentador moñón: porque el mongolo haceis cuando al hip hop os dirigís
no sentís que podís dar la imagen equívocá,
aunque en verdad viéndoles a ciertos grupos,
la parodia está clavá.

Jesús, Jesús, Jesús qué Jambos... (x2)

Jeeesús

Jesus, Jesus, Jesus que Jambos
Rimas como seringas pra curar uma epidemia, aborrecido com anemia e um cara te
olhou, hoje você parece um vampiro. Sangue de tiros? Isso não é hip hop, amigo, breva ou
figo, contigo eu bebo, vai pro umbigo como um soco, clamor ao céu porque te pego,
coisa de idiota, não se empolga porque apelidos eu coloco e busco o choque por um
barato e acabamos jogando o jogo.

Um cagado de LP? O cara de tupê que se desculpe por estar ultrapassado e
seu rei molenga. Lado em fortuna e sem o risco do Dow Jones, invisto, acerto e
multiplico os trocados, por Deus que existe! E só vê meigas raios caírem ao que
alagam com protocolo súbdito monólogo, classe alta, 12-1 a Malta e se gaba de feito, como
se do bairro não pode, que é de Pan Bendito, Pepito de Vaca Loca! Rap com
Flamenquito não sai da minha boca, se te choca meu vocabulário, não saberás do que falo, pouca
coisa, a falta de causa e muita pausa. Arsa em riste este caneta, te cortem a mão direita
como ao último dos jedis, o cabibi dos cheles te canto, cheio de marra porque
mais já não te aguento.

Jesus, Jesus, Jesus que Jambos... (x2)

Será possível ou admissível que não saibam nossos nomes nem o do disco,
nem da cidade que somos.
Não é que sejamos muito famosos, vamos.
Nem por narizes nem ovos tenham todos que nos conhecer.
Vaya!, mas nesse caso estima,
de que você é o jornalista e nós os artistas, não?
E faz mais de sete dias que sabia que tinha que nos fazer uma entrevista.

Documentar você? Um pouquinho sobre o grupo.
Pra quê? Por quê? Mostrar um pouco de interesse, não sei, talvez.
Ser profissional não é um motivo de peso,
e o processo de trabalho, amigo, vem sendo na boa,
e se já inventa palavras que não saem da nossa boca,
não gostamos nem um pouco e pensamos:
Vamos lá, um jornalista de pastel!

Jesus que jambos, que jambos esses,
e se gabam de assinar no final do texto,
Quando é isso, que quando não é aquilo.
E se atribuem reportagens que não fizeram eles.

Nos chamam da TV e todos se divertindo,
poucas oportunidades que ao hip hop seguem dando.
Aproximando esse rap espanhol, é a maneira de causar um interesse maior.
Quando de repente dizem o que se teme,
"ao vivo não pode, tem que ser em playback como deve".
Com o pedaço de cadeia de televisão que são,
não me explico que o som seja um problema e não peguem.

Vocês têm profissionais, um longo cabos,
os primos que são feras trabalhando um decorado
e que fingimos e os lábios articulemos é faltar com respeito,
e ao hip hop ridicularizemos.

Não! Nos negamos a fazer o playback, não aceitamos.
A música adoramos assim que nos mostramos.
Não importa se o programa ou a gala tenha apelo,
coloque os microfones em on ou não contem com A Exceção.

E a ver o apresentador bobo: porque o mongolo fazem quando ao hip hop se dirigem
não sentem que podem dar a imagem equivocada,
embora na verdade vendo certos grupos,
a paródia está cravada.

Jesus, Jesus, Jesus que Jambos... (x2)

Composição: