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Fora da Minha Vida

La Fiesta

Fuera de Mi Vida

No empieces a quitarte asi la ropa,
no vas a convencerme como siempre,
se ha roto el espejo de tu vida,
te espera un tiempo gris de mala suerte...

Yo fui esa pared que utilizabas,
para apoyar la piel de vez en cuando,
para jugar tu suerte, para calmar tu fiebre,
para sentirte diosa omnipotente...
Un esclavo encadenado a una cama,
un autómata sin miedos y sin alma;
pero esto se acaba, fuera,
hoy mi fe te condena...fuera.. fuera...
fuera

Fuera de mi vida, esta vez la gota revento la copa,
fuera de mi vida, ya no quiero nada de lo que me dabas
como una limosna de tu hipocresia.
Fuera de mi vida, cuando digo fuera rompo las cadenas,
fuera de mi vida, si me ves llorando, es mi desencanto
hoy veo una extraña y yo te amaba tanto...tanto...tanto...

Estabas convencida con el juego
para decir verdad estabas ciega,
yo no compré ninguna de todas tu mentiras,
cuando tu me engañabas lo sabía.
Un esclavo encadenado a una cama,
un autómata sin miedos y sin alma;
pero esto se acaba, fuera,
hoy mi fe te condena...fuera.. fuera...
fuera

Fuera de mi vida, esta vez la gota revento la copa,
fuera de mi vida, ya no quiero nada de lo que me dabas
como una limosna de tu hipocresia.
Fuera de mi vida, cuando digo fuera rompo las cadenas,
fuera de mi vida, si me ves llorando, es mi desencanto
hoy veo una extraña y yo te amaba tanto...tanto...tanto...

Fuera de mi vida, esta vez la gota revento la copa,
fuera de mi vida, ya no quiero nada de lo que me dabas
como una limosna de tu hipocresia.
Fuera de mi vida, cuando digo fuera rompo las cadenas,
fuera de mi vida, si me ves llorando, es mi desencanto
hoy veo una extraña y yo te amaba tanto...tanto...tanto...

Fora da Minha Vida

Não comece a tirar a roupa assim,
não vai me convencer como sempre,
quebrou o espelho da sua vida,
te espera um tempo cinza de má sorte...

Eu fui aquela parede que você usava,
para encostar a pele de vez em quando,
para brincar com a sorte, para acalmar sua febre,
para se sentir uma deusa onipotente...
Um escravo acorrentado a uma cama,
um autômata sem medos e sem alma;
mas isso acaba, fora,
hoje minha fé te condena...fora.. fora...
fora

Fora da minha vida, dessa vez a gota transbordou o copo,
fora da minha vida, já não quero nada do que me dava
como uma esmola da sua hipocrisia.
Fora da minha vida, quando digo fora, quebro as correntes,
fora da minha vida, se me vê chorando, é meu desencanto
hoje vejo uma estranha e eu te amava tanto...tanto...tanto...

Você estava convencida com o jogo
para dizer a verdade, estava cega,
eu não comprei nenhuma das suas mentiras,
quando você me enganava, eu sabia.
Um escravo acorrentado a uma cama,
um autômata sem medos e sem alma;
mas isso acaba, fora,
hoje minha fé te condena...fora.. fora...
fora

Fora da minha vida, dessa vez a gota transbordou o copo,
fora da minha vida, já não quero nada do que me dava
como uma esmola da sua hipocrisia.
Fora da minha vida, quando digo fora, quebro as correntes,
fora da minha vida, se me vê chorando, é meu desencanto
hoje vejo uma estranha e eu te amava tanto...tanto...tanto...

Fora da minha vida, dessa vez a gota transbordou o copo,
fora da minha vida, já não quero nada do que me dava
como uma esmola da sua hipocrisia.
Fora da minha vida, quando digo fora, quebro as correntes,
fora da minha vida, se me vê chorando, é meu desencanto
hoje vejo uma estranha e eu te amava tanto...tanto...tanto...

Composição: Valeria Lynch