De Vidas Y Bares
No me pidas por favor que no madrugue
Siempre en bares si sabes como es
Uno empieza brindando con poco
Y de a poco la risa se trepa a la sien
Una orquesta de historias ahogadas
En mentiras piadosas que dan
El laurel a quien firma la hoja
Mientras se le moja la vista al pensar
Que ya no volverá
Lo que ya paso no volverá
Tantos mundos desparramados
Entre el humo de un viejo lugar
Melancólicos santos sonados
Son vidas de bares que dan vida al bar
Y la orquesta sigue sonando
Aunque al rato habrá que peinar
Las ojeras y seguir quejándose
Y siempre pensando que hay que pensar
Vidas e Bares
Não me pergunte por favor, para não sair mais cedo
Sempre em bares se você sabe como é
Começa-se brindar com pouco
E pouco a pouco riso sobe templo
Uma orquestra de histórias de afogamento
mentiras brancas em dar
Laurel que assina o
Enquanto os molha vista pensar
Já não vai
O que não recuar
Muitos mundos espalhados
Em meio a fumaça de um lugar antigo
Santos parecia melancólico
Eles são vidas de bares que animam a barra
E a banda tocando
Embora não haverá tempo para pentear
olheiras e continuam a reclamar
E sempre pensando que pensar