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Um mundo estranho

Mala Rodríguez

Un mundo raro

En esta piel que habito
Dime si tú sabes
Quién la quiere poseer
Y dime si es delito
Que no quiera un dueño
Y prefiera un alquiler

Mi propia ley
Mi propia ley

Las visten para hacerlas desaparecer
A mí que me desnudo no me ven
Las visten para hacerlas desaparecer
A mí que me desnudo no me ven

No me ven, no me ven
No no, no me ven
No me ven, no me ven
No no, no me ven

No conocen el dolor
Y lo hacen más malo
Es un mundo raro

Quiero creer
Pero el hombre no me deja
Ya silbaré

Um mundo estranho

Nesta pele que habito
Diga se você sabe
Quem quer possuí-la
E me diga se é um crime
Não querer um dono
E preferir um aluguel

Minha própria lei
Minha própria lei

As vestem para fazê-las desaparecer
Eu, que me desnudo, não me veem
As vestem para fazê-las desaparecer
Eu, que me desnudo, não me veem

Não me veem, não me veem
Não, não, não me veem
Não me veem, não me veem
Não, não, não me veem

Não conhecem a dor
E a tornam mais cruel
É um mundo estranho

Quero acreditar
Mas o homem não me deixa
Eu vou assobiar