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Normalzinho

La Mente

Normalito

Hay que controlarse es lo único que sé
Si no le pienso puede ser el día de mi funeral
Con más opciones sería hospital u o penal
Todos tenemos puesta una camisa de fuerza virtual
Ser virtual, ser virtual, ser normal

Normalito está calato toreando carros en el zanjón
Normalito es devoto de santa demencia y de la ausencia
Clemencia que pida los cuerdos y todos los cerdos a los que su conciencia
Cadena perpetua repite normal
Pena de vida o pena de muerte
Con buen azar o buena suerte

Para que se calme ese loco
Para que se calme ese loco
Para que se calme ese loco
Para que se calme

Apaguen y prendan los interruptores
Que son anarquistas los niños cantores
Se llenan de gritos los monitores
De todos los malos somos los peores

Para que se calme ese loco (sí)
Pero que se calme ese loco, carajo
Pero que se calme ese loco (sí)
Pero que se calme ese loco

Cuando era niño se preocupaban por mí
Porque andaba solo jugando por ahí

Como su madre solo hay una
Trabaja de noche le dicen la Luna
Desde temprano el amanecer
Que clave de Sol no viene a joder

El normalito es medio hermano
De todo aquel que le dé la mano
Gato techero, perro callejero
Rata marina perico sincero

El normalito tiene su harem
De 20 palomas que viven con él
Ninguna es, la otra está mal todas le dicen
Te quiero normal

Ser virtual, ser virtual
Ser normal (¿ser o no ser?)

Cuando era niño se preocupaban por mí
(Al fin)
Porque andaba solo jugando por ahí
Pero me acompañaba la imaginación
Anhelaba con monstruos y mucha acción

Tenía dos profesoras que enseñaban en la escuela
Una era la orate
Otra era la cueva
Tú eras la alocada que movía mi corazón
Pero fue la cuerda la que me amarró y normal

Normalzinho

Tem que se controlar, é só o que sei
Se não pensar, pode ser o dia do meu funeral
Com mais opções, seria hospital ou cadeia
Todos usamos uma camisa de força virtual
Ser virtual, ser virtual, ser normal

Normalzinho tá pelado, desviando dos carros no buraco
Normalzinho é devoto da santa demência e da ausência
Clemência que pede os juízos e todos os porcos que a consciência
Cadeia perpétua repete normal
Pena de vida ou pena de morte
Com boa sorte ou azar

Pra esse doido se acalmar
Pra esse doido se acalmar
Pra esse doido se acalmar
Pra esse doido se acalmar

Apaguem e acendam os interruptores
Que os meninos cantores são anarquistas
Os monitores enchem de gritos
Dos maus, somos os piores

Pra esse doido se acalmar (é)
Mas que se acalme esse doido, caramba
Mas que se acalme esse doido (é)
Mas que se acalme esse doido

Quando era criança, se preocupavam comigo
Porque eu andava sozinho brincando por aí

Como mãe, só tem uma
Trabalha à noite, chamam ela de Lua
Desde cedo, ao amanhecer
Que chave de Sol não vem pra atrapalhar

O normalzinho é meio irmão
De todo aquele que estende a mão
Gato de telhado, cachorro de rua
Rato do mar, periquito sincero

O normalzinho tem seu harém
Com 20 pombas que vivem com ele
Nenhuma é, a outra tá errada, todas dizem
Te amo, normal

Ser virtual, ser virtual
Ser normal (ser ou não ser?)

Quando era criança, se preocupavam comigo
(Finalmente)
Porque eu andava sozinho brincando por aí
Mas a imaginação me acompanhava
Sonhava com monstros e muita ação

Tinha duas professoras que ensinavam na escola
Uma era a maluca
Outra era a caverna
Você era a doida que mexia com meu coração
Mas foi a sã que me amarrou e normal

Composição: Ricardo Wiesse / Nicolás Duarte