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Discórdia

La Potoca

Discordia

Otra vez muerto entre tus ojos y en tu pelo suelto.
Mis días ya no son verdad
exorcizando al dolor, ladrándole a ese vuelto
¿Cómo entender que no estás más?

Y el silencio en la noche
mi cama desnuda
dos vasos muy llenos
pensar sólo en dudas
la lluvia no cesa
(no va a cesar nunca)
y me envuelvo en tu hermosura.

Cuando me hablan de vos, cuando escucho tu voz.

Mirando fotos que me dejan un sonido firme
te bajaría desde allá.
Hoy salió tu figura buscando cielos, sólo saluda
sé que nos vamos a encontrar.

Y el silencio en la noche
mi cama desnuda
dos vasos muy llenos
pensar, sólo en dudas
la lluvia no cesa
(no va a cesar nunca)
y me envuelvo en tu hermosura.

Cuando me hablan de vos, cuando escucho tu voz.

Discórdia

Mais uma vez morto entre seus olhos e seu cabelo solto.
Meus dias já não são verdade
exorcizando a dor, latindo pra esse retorno
Como entender que você não está mais?

E o silêncio na noite
minha cama vazia
dois copos bem cheios
pensando só em dúvidas
a chuva não para
(não vai parar nunca)
e eu me envolvo na sua beleza.

Quando falam de você, quando ouço sua voz.

Olhando fotos que me deixam um som firme
te traria de lá.
Hoje sua figura saiu buscando céus, só acena
sei que vamos nos encontrar.

E o silêncio na noite
minha cama vazia
dois copos bem cheios
pensando, só em dúvidas
a chuva não para
(não vai parar nunca)
e eu me envolvo na sua beleza.

Quando falam de você, quando ouço sua voz.

Composição: