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Sempre

La Pulqueria

Always

Dime que quieres que sepa que sé a qué sabe el olvido.
que siempre hay algo detrás de los quieros.
no preguntes y no mentiré.
y que nunca me duela lo tuyo:
me enamoro luego existo.
dime que no siempre toca perder.
son las cosas del malquerer.
mátame de placer. no me dejes en paz. desespérame.
¿qué vas a esperar de mí? un verano en abril.
¿qué más me puedes pedir? always grapado a ti.
a veces me riñes, a veces me importas, a veces me dejas llegar
dormido, domado, dolido, dopado y aún por domesticar.
mátame de placer. no me dejes en paz. desespérame.
¿qué vas a esperar de mí? un verano en abril
¿qué más me puedes pedir? always grapado a ti.

Sempre

Diz que queres que eu saiba que sei como é o esquecimento.
que sempre tem algo por trás dos "quero".
não pergunte e não vou mentir.
e que nunca me doa o que é seu:
me apaixono, depois existo.
diz que nem sempre é pra perder.
são as coisas do amor que machuca.
mata-me de prazer. não me deixe em paz. me desespere.
O que você vai esperar de mim? um verão em abril.
O que mais você pode me pedir? sempre grudado em você.
às vezes você briga comigo, às vezes você se importa, às vezes me deixa chegar
dormindo, domado, ferido, dopado e ainda por domar.
mata-me de prazer. não me deixe em paz. me desespere.
O que você vai esperar de mim? um verão em abril.
O que mais você pode me pedir? sempre grudado em você.

Composição: Francisco Palomar Martin