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As Coisas Que Ela Faz

La Renga

Las Cosas Que Hace

Ella vive en el, en el palacio de la risa y el dolor
Y me hace señas porque yo la estoy mirando
Y no tengo a dónde ir

Sé que me dirá que estaba sola porque nunca me encontró
Y porque ella ha besado a la muerte
Con los labios del corazón

Ese pobre corazón que se muere por vivir
Las cosas que hace, se manda con todo a todo
Siempre le fue al riesgo fiel y ha tratado, sin razón
De poderla convencer, que no trate de pensar

Que la acepte como es, que por eso la eligió
Quien fuera su gran mentor
Lo ha dotado con el filo aquel

Que sangra las venas del amor
Él, el que te ha sabido desbocar
A vos, que lo llevás con tanta fiebre en la piel
Vos, que cargas sus penas por error, error

Yo ya vivo en él, en el palacio de la risa y el dolor
Y te hago señas porque yo te estoy mirando
Y no tenés donde ir

Te voy a decir que estaba solo porque nunca te encontré
Y porque yo también he besado a la muerte
Con los labios del corazón

Ese pobre corazón que se muere por vivir
Las cosas que hace, se manda con todo a todo
Siempre le fue al riesgo fiel y ha tratado sin razón
De poderla convencer, que no trate de pensar

Que la acepte como es, que por eso la eligió
Quien fuera su gran mentor
Lo ha dotado con el filo aquel

Que sangra las venas del amor
Él, el que te ha sabido desbocar
A vos, que lo llevás con tanta fiebre en la piel
Vos, que cargas sus penas por error, error

Ese pobre corazón que se muere por vivir
Las cosas que hace, se manda con todo a todo
Siempre le fue al riesgo fiel y ha tratado sin razón
De poderla convencer, que no trate de pensar

Que la acepte como es, que por eso la eligió
Quien fuera su gran mentor
Lo ha dotado con el filo aquel

Que sangra las venas del amor
Él, el que te ha sabido desbocar
A vos, que lo llevás con tanta fiebre en la piel
Vos, que cargas sus penas por error, error

As Coisas Que Ela Faz

Ela vive lá, no palácio do riso e da dor
E acena pra mim porque sabe que estou olhando
E não tenho pra onde ir

Sei que vai me dizer que estava sozinha porque nunca me encontrou
E porque já beijou a morte
Com os lábios do coração

Esse pobre coração que morre de vontade de viver
As coisas que faz, se joga de cabeça em tudo
Sempre foi fiel ao risco e tentou, sem razão
Convencê-la a não pensar

Que a aceitasse como é, pois foi por isso que a escolheu
Aquele que foi seu grande mentor
O dotou com aquela lâmina

Que corta as veias do amor
Ele, aquele que sabia te deixar descontrolada
Você, que o carrega com tanta febre na pele
Você, que carrega suas dores por engano, engano

Eu já vivo nele, no palácio do riso e da dor
E aceno pra você porque estou te observando
E você não tem pra onde ir

Vou te dizer que estava sozinho porque nunca te encontrei
E porque eu também já beijei a morte
Com os lábios do coração

Esse pobre coração que morre de vontade de viver
As coisas que faz, se joga de cabeça em tudo
Sempre foi fiel ao risco e tentou, sem razão
Convencê-la a não pensar

Que a aceitasse como é, pois foi por isso que a escolheu
Aquele que foi seu grande mentor
O dotou com aquela lâmina

Que corta as veias do amor
Ele, aquele que sabia te deixar descontrolada
Você, que o carrega com tanta febre na pele
Você, que carrega suas dores por engano, engano

Esse pobre coração que morre de vontade de viver
As coisas que faz, se joga de cabeça em tudo
Sempre foi fiel ao risco e tentou, sem razão
Convencê-la a não pensar

Que a aceitasse como é, pois foi por isso que a escolheu
Aquele que foi seu grande mentor
O dotou com aquela lâmina

Que corta as veias do amor
Ele, aquele que sabia te deixar descontrolada
Você, que o carrega com tanta febre na pele
Você, que carrega suas dores por engano, engano

Composição: Gustavo Nàpoli