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Retorno do Diabo

Laid In Ashes

Regressus Diaboli

I don´t care about human failure,
my memories make me cry
my love and work was all in vain,
they never learned to live in peace
they don´t...need redemption
I turn...my face away
they don´t...need submission
i lay...myself to rest

I close the door...of heaven´s gate...eternally
and throw away...the only key...with a sigh
I...hate what i created
I...once had a dream
I...fade into nothingness
I...decide to leave

my name has become a lie,
ridiculed and laughed to scorn
the few who thought to see the light
are all insane and all deranged
they don´t...need no blessings
dont need...a sacrament
don´t need...my protection
spit in...the blood of Christ

I am too weak...to heal their wounds...bleeding
they don´t believe...they all blasphemed...bastards
I...hate what i created
I...once had a dream
I...fade into nothingness
I...decide to leave

my sceptre leaves...my tired hands...trembling
I bequeath the world...to a substitute...the Evil One
I...know that he is lurking
I...will never pity you
I...let him reign in terror
I...decide to leave

Retorno do Diabo

Eu não me importo com a falha humana,
minhas memórias me fazem chorar
meu amor e trabalho foram em vão,
eles nunca aprenderam a viver em paz
eles não... precisam de redenção
eu viro... meu rosto pra longe
eles não... precisam de submissão
eu me deito... pra descansar

Eu fecho a porta... do portão do céu... eternamente
e jogo fora... a única chave... com um suspiro
eu... odeio o que criei
eu... um dia tive um sonho
eu... desapareço em nada
eu... decido partir

meu nome se tornou uma mentira,
ridicularizado e zombado
os poucos que pensaram ver a luz
todos estão insanos e todos são loucos
eles não... precisam de bênçãos
não precisam... de um sacramento
não precisam... da minha proteção
cuspindo... no sangue de Cristo

Eu sou fraco demais... para curar suas feridas... sangrando
eles não acreditam... todos blasfemaram... bastardos
eu... odeio o que criei
eu... um dia tive um sonho
eu... desapareço em nada
eu... decido partir

meu cetro sai... das minhas mãos cansadas... tremendo
eu deixo o mundo... para um substituto... o Maligno
eu... sei que ele está à espreita
eu... nunca terei pena de você
eu... deixo ele reinar em terror
eu... decido partir