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Venha, Devore-me Outra Vez

Lalo Rodríguez

Ven Devórame Otra Vez

He llenado tu tiempo vacío de aventuras y más
Y mi mente ha parido nostalgia por no verte ya
Y haciendo el amor, te he nombrado sin quererlo yo
Porque en todas busco lo salvaje de tu sexo, amor

Hasta en sueño he creído tenerte devorándome
Y he mojado mis sábanas blancas recordándote
En mi cama nadie es como tú
No he podido encontrar la mujer
Que dibuje mi cuerpo en cada rincón
Sin que sobre un pedazo de piel

Ay, ven, devórame otra vez
Ven, devórame otra vez
Ven, castígame con tus deseos más
Que el vigor lo guarde para ti

Ay, ven, devórame otra vez
Ven, devórame otra vez
Que la boca me sabe a tu cuerpo
Desesperan mis ganas por ti

Hasta en sueño he creído tenerte devorándome
Y he mojado mis sábanas blancas llorándote
En mi cama nadie es como tú
No he podido encontrar la mujer
Que dibuje mi cuerpo en cada rincón
Sin que sobre un pedazo de piel

Ay, ven, devórame otra vez
Ven, devórame otra vez
Ven, castígame con tus deseos más
Que el vigor lo guarde para ti

Ay, ven, devórame otra vez
Ven, devórame otra vez
Que la boca me sabe a tu cuerpo
Desesperan mis ganas por ti

Hasta en sueño he creído tenerte devorándome
Y he mojado mis sábanas blancas llorándote
En mi cama nadie es como tú
No he podido encontrar la mujer
Que dibuje mi cuerpo en cada rincón
Sin que sobre un pedazo de piel

Ven, devórame otra vez
Ven, devórame otra vez
Ven, castígame con tus deseos más
Que el vigor lo guarde para ti

Ven, devórame otra vez
Ven, devórame otra vez
Que la boca me sabe a tu cuerpo
Desesperan mis ganas por ti

Ven, devórame otra vez
Ven, devórame otra vez

Ven, devórame otra vez
Devórame otra vez
Hace tiempo que mi cuerpo está
Reclamando en silencio tus momentos de placer
Son ansias de amarte, deseos de mi carne
Que hacen que te llame ven, devórame
Quiero esa sensualidad
Devórame suavecito y con calma hasta el amanecer
Ven, castígame con tus deseos más
Que el vigor lo guarde para ti, ven

Venha, Devore-me Outra Vez

Eu preenchi seu tempo vazio com aventuras e mais
E minha mente pariu nostalgia por não te ver mais
E fazendo amor, eu te nomeei sem querer
Porque em todas busco o selvagem do seu sexo, amor

Até em sonho eu acreditei ter você me devorando
E molhei meus lençóis brancos te lembrando
Na minha cama ninguém é como você
Não consegui encontrar a mulher
Que desenhe meu corpo em cada canto
Sem sobrar um pedaço de pele

Ai, vem, devore-me outra vez
Vem, devore-me outra vez
Vem, castigue-me com seus desejos mais
Que a força eu guardo pra você

Ai, vem, devore-me outra vez
Vem, devore-me outra vez
Que a boca me sabe ao seu corpo
Minhas vontades desesperam por você

Até em sonho eu acreditei ter você me devorando
E molhei meus lençóis brancos chorando por você
Na minha cama ninguém é como você
Não consegui encontrar a mulher
Que desenhe meu corpo em cada canto
Sem sobrar um pedaço de pele

Ai, vem, devore-me outra vez
Vem, devore-me outra vez
Vem, castigue-me com seus desejos mais
Que a força eu guardo pra você

Ai, vem, devore-me outra vez
Vem, devore-me outra vez
Que a boca me sabe ao seu corpo
Minhas vontades desesperam por você

Até em sonho eu acreditei ter você me devorando
E molhei meus lençóis brancos chorando por você
Na minha cama ninguém é como você
Não consegui encontrar a mulher
Que desenhe meu corpo em cada canto
Sem sobrar um pedaço de pele

Vem, devore-me outra vez
Vem, devore-me outra vez
Vem, castigue-me com seus desejos mais
Que a força eu guardo pra você

Vem, devore-me outra vez
Vem, devore-me outra vez
Que a boca me sabe ao seu corpo
Minhas vontades desesperam por você

Vem, devore-me outra vez
Vem, devore-me outra vez

Vem, devore-me outra vez
Devore-me outra vez
Faz tempo que meu corpo está
Reclamando em silêncio seus momentos de prazer
São ânsias de te amar, desejos da minha carne
Que fazem eu te chamar, vem, devore-me
Quero essa sensualidade
Devore-me devagar e com calma até amanhecer
Vem, castigue-me com seus desejos mais
Que a força eu guardo pra você, vem

Composição: Palmer Hernandez