Tan Sólo
Ante el juicio de aquellas miradas
De los rostros que ven pasar
Sus historias parecen distantes
Aunque el mundo los vio llorar
Resisten sin ver atrás
Sin miedo de un final
Castigo de un pensar
De un ángel sin su paz
¡Al fin!
El miedo que existe hoy
¡Solo!
Se desangran entre la verdad
¿Quién soy?
No existo ni vivo tormentos
De lo que somos
Y de lo que dirán
Habitar entre almas pintadas
Que te observan sin preguntar
Son los ecos de voces hirientes
Que penetran sin contemplar
Resisten sin ver atrás
Sin miedo de un final
Castigo de un pensar
De un ángel sin su paz
¡Al fin!
El miedo que existe hoy
¡Solo!
Se desangran entre la verdad
¿Quién soy?
No existo ni vivo tormentos
De lo que somos
Y de lo que dirán
¿Por qué eres cruel y disparas sin mirar?
No tienes penas sin tu realidad
Destruyes voces y crees poder llevar
Destinos ciegos que se alejan de verdad
¡Al fin!
El miedo que existe hoy
¡Solo!
Se desangran entre la verdad
¿Quién soy?
No existo ni vivo tormentos
De lo que somos
Y de lo que dirán
¿Por qué eres cruel y disparas sin mirar?
No tienes penas sin tu realidad
Destruyes voces y crees poder llevar
Destinos ciegos que se alejan de verdad
¿Por qué eres cruel y disparas sin mirar?
No tienes penas sin tu realidad
Destruyes voces y crees poder llevar
Destinos ciegos que se alejan de verdad
Apenas
Diante do julgamento daqueles olhares
Dos rostos que passam por aqui
Suas histórias parecem distantes
Embora o mundo os tenha visto chorar
Resistem sem olhar pra trás
Sem medo de um final
Castigo de um pensar
De um anjo sem sua paz
Finalmente!
O medo que existe hoje
Apenas!
Se desangram entre a verdade
Quem sou eu?
Não existo nem vivo tormentos
Do que somos
E do que dirão
Habitar entre almas pintadas
Que te observam sem perguntar
São os ecos de vozes ferinas
Que penetram sem contemplar
Resistem sem olhar pra trás
Sem medo de um final
Castigo de um pensar
De um anjo sem sua paz
Finalmente!
O medo que existe hoje
Apenas!
Se desangram entre a verdade
Quem sou eu?
Não existo nem vivo tormentos
Do que somos
E do que dirão
Por que você é cruel e atira sem olhar?
Não tem penas sem sua realidade
Destrói vozes e acha que pode levar
Destinos cegos que se afastam da verdade
Finalmente!
O medo que existe hoje
Apenas!
Se desangram entre a verdade
Quem sou eu?
Não existo nem vivo tormentos
Do que somos
E do que dirão
Por que você é cruel e atira sem olhar?
Não tem penas sem sua realidade
Destrói vozes e acha que pode levar
Destinos cegos que se afastam da verdade
Por que você é cruel e atira sem olhar?
Não tem penas sem sua realidade
Destrói vozes e acha que pode levar
Destinos cegos que se afastam da verdade