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Travestis na Estrada

Las Marikarmen

Travestis por la carretera

Badatoz emakume amorrua antolatzen
Badator dixidente amorrua antolatzen
Bakoitzak badaki zertan dabilen dexente
Zurea, gurea, amorrua antolatzen

Número uno del deskite
Que aquí nadie me límite
Tirando por el suelo
Los valores que constituyen
Una norma rancia
Mis tacones la diluyen
Travistiendo desde abajo
Destruyendo la elite

En la sombra no la esperan
Lanzan puñales como vuelan
Navajita en la cartera
Travestis por la carretera

Espaloiko suan altxatu harria
Neguko aire hotzetan berotu eztarriak
Txalaparta, alboka, ginena, garena
Amorrua antolatu, zurea gurea

Entre matorrales asoman
Tokan a une token a toda
Siempre organizades
Maquillaje spray y bate

Ala espera, dela seña
Tolo arrasan, tolo destruyen
Travistiendo desde abajo
Destruyendo la elite

En la sombra no la esperan
Lanzan puñales como vuelan
Navajita en la cartera
Travestis por la carretera

En la sombra no la esperan
Lanzan puñales como vuelan
Navajita en la cartera
Travestis por la carretera

Travestis na Estrada

Organizando a raiva feminina
Vem aí a raiva dissidente
Cada um sabe bem o que tá fazendo
A sua, a nossa, raiva organizando

Número um do desquite
Aqui ninguém me limita
Jogando tudo no chão
Os valores que sustentam
Uma norma ultrapassada
Meus saltos a dissolvem
Travestindo de baixo pra cima
Destruindo a elite

Na sombra não a esperam
Lançam facadas como voam
Faca na bolsa
Travestis na estrada

Levantando a pedra na calçada
Aquecendo as gargantas no ar frio do inverno
Txalaparta, alboka, somos o que somos
Raiva organizada, sua e nossa

Entre os arbustos aparecem
Tocam a uma, tocam a todas
Sempre organizadas
Maquiagem spray e batom

Aguardando, do sinal
Loucos arrasam, loucos destroem
Travestindo de baixo pra cima
Destruindo a elite

Na sombra não a esperam
Lançam facadas como voam
Faca na bolsa
Travestis na estrada

Na sombra não a esperam
Lançam facadas como voam
Faca na bolsa
Travestis na estrada

Composição: Hipogrifa, Victoria Sickness