Adelante
Adelante con mi canto lastimero
Yo seguiré de noche, yo seguiré de día
Y si más tarde me atormenta un desespero
Me hago el desentendido y lucharé con valentía
Y si más tarde me atormenta un desespero
Me hago el desentendido y lucharé con valentía
Caminaré sin rumbo por la calle
Igual que mucha gente en esta vida
Si una puerta se cierra, otra se abre
Y encontraré de nuevo la salida
Y como todo en esta vida es inestable
Yo seguiré mi ruta sin meditar siquiera
En esa gente que camina por la calle
Dónde los niños mueren de dolor y de miseria
En esa gente que camina por la calle
Dónde los niños mueren de dolor y de miseria
Amigos he tenido por montones
Y les tocó partir sin despedida
Con el que más contaba se alejó
Y sigo caminando por la vida
(Ay hombe, ay mi vida)
(Hombre Leandro, adelante, ay)
Hasta hallarme confundido entre la gente
Que vaga por el mundo sin un destino cierto
Dónde los niños mueren sin tener doliente
Los que viven, caminan, pero no llegan al puerto
Dónde los niños mueren sin tener doliente
Los que viven, caminan, pero no llegan al puerto
Dónde las hembras lloran su dolor
Y el niño sin pensar soberbio canta
El joven clama su liberación
Y el viejo ve morir sus esperanzas
Una vez hice una pausa en un paraje
Rendido de cansancio caí sobre la arena
Oí una voz que me dijo no desmayes
Levántate del suelo luchador no te detengas
Oí una voz que me dijo no desmayes
Levántate del suelo luchador no te detengas
Amigos que se van, ¿cuántos se han ido?
Yo seguiré adelante en mi dolor
Me levanté de allí seguí el camino
En busca de mi nueva redención
Em Frente
Em frente com meu canto dolorido
Eu seguirei de noite, eu seguirei de dia
E se mais tarde me atormenta um desespero
Faço que não vejo e lutarei com valentia
E se mais tarde me atormenta um desespero
Faço que não vejo e lutarei com valentia
Caminharei sem rumo pela rua
Assim como muita gente nessa vida
Se uma porta se fecha, outra se abre
E encontrarei de novo a saída
E como tudo nessa vida é instável
Eu seguirei meu caminho sem pensar duas vezes
Naquela gente que anda pela rua
Onde as crianças morrem de dor e miséria
Naquela gente que anda pela rua
Onde as crianças morrem de dor e miséria
Amigos eu tive aos montes
E tiveram que partir sem despedida
Aquele em quem mais contava se afastou
E sigo caminhando pela vida
(Ai homem, ai minha vida)
(Homem Leandro, em frente, ai)
Até me encontrar confuso entre a gente
Que vaga pelo mundo sem um destino certo
Onde as crianças morrem sem ter quem se importe
Os que vivem, andam, mas não chegam ao porto
Onde as crianças morrem sem ter quem se importe
Os que vivem, andam, mas não chegam ao porto
Onde as mulheres choram sua dor
E a criança sem pensar canta orgulhosa
O jovem clama por sua libertação
E o velho vê morrer suas esperanças
Uma vez fiz uma pausa em um lugar
Cansado, caí sobre a areia
Ouvi uma voz que me disse não desista
Levante-se do chão, lutador, não pare
Ouvi uma voz que me disse não desista
Levante-se do chão, lutador, não pare
Amigos que se vão, quantos já se foram?
Eu seguirei em frente na minha dor
Levantei de lá, segui o caminho
Em busca da minha nova redenção