Nuestro Pan
Sal corto a la marea,
La acera ladra el malestar,
Son vientos de miseria,
Que el hombre ríe pa´ escapar
Si te diera por pensar, malabar de libertad, que este circo está de atar
Y si el cree que está normal, ven invítalo a escuchar, sobran cuentos pa´ llorar
Vuelo al pensar, no es delirar, digo esto tiene que cambiar,
Es que aquí ya no hay calle que no arda
Quiero borrar, la tempestad, grito esto tiene que cambiar,
Es que aquí ya no hay calle que no arda
Mi miedo eres tú mi vida,
Cárcel por casa en clandestinidad,
Si existe una salida,
Que no se vuelva desertar
Si el intento es progresar, no reinventes regresar, que esta historia no dio igual, ni da
Manos negras de dolor, le hace al indio mas calor, la igualdad fue y se escondió
Darararap dap dap, darararap dap dap, darararap dap dap,
Y es que aquí ya no hay calle que no arda más
Our Daily Bread
maré sal curto,
O desconforto calçada latidos,
Eles são ventos de miséria,
Aquele homem ri fuga pa '...
Se eu dei para o pensamento, malabar de liberdade, este circo está amarrando ...
E se ele acha que é normal ver convidá-lo para ouvir, contos abundam lamentarão pa '...
Voo para pensar, não delirante, eu digo isto tem de mudar,
É que aqui não há rua que não queima ...
Eu quero apagar a tempestade, grite isso tem que mudar,
É que aqui não há rua que não queima ...
Meu medo é a minha vida,
casa de detenção na clandestinidade,
Se houver uma saída,
Não se torna desertar
Se a tentativa for para o progresso, não reinventar volta, esta história não gostava, ou dar ...
mãos negras de dor, te faz mais calor indiano, a igualdade se escondeu ...
Darararap dap dap, dap dap darararap, darararap dap dap,
E aqui não há nenhuma rua que não queima mais ...