Burning Gardens
Where's the love that's made to fill my heart?
Where's the one from whom I'll never part?
First they hurt me, then desert me
I'm left alone, all alone
There's no house that I can call my home
There's no place from which I'll never roam
Town or city, it's a pity
I'm left alone, all alone
I’ll have the November leaves
In petrichor's rite
The sky is burning
Flames stretch across the sky as far as the eye can see
What had once been the despair
No place to which to run
November branches against the cold autumn aria
I’m left alone
The autumn leaves, the distance
The scar sounds
It all lines on the thread
Burning to the melody in her voice
As caressing my skin is not only the distant wind
But too her blood, in despair to escape
To despair of
Home again
Here, in the dreaming garden
Beautiful colors against the flowers
Reverberating the screams in such a quiet breeze
Light is so lucid
This place will only burn in love
To despair of
The home to which to run
Run with me
Jardins em Chamas
Onde está o amor que foi feito para encher meu coração?
Onde está aquele de quem nunca me separarei?
Primeiro eles me machucam, depois me abandonam
Fico sozinho, completamente sozinho
Não há uma casa que eu possa chamar de lar
Não há um lugar do qual nunca partirei
Cidade ou vila, é uma pena
Fico sozinho, completamente sozinho
Terei as folhas de novembro
No ritual do petricor
O céu está em chamas
As chamas se estendem pelo céu até onde os olhos podem ver
O que antes era desespero
Nenhum lugar para onde correr
Ramos de novembro contra a ária fria do outono
Fico sozinho
As folhas do outono, a distância
O som da cicatriz
Tudo se alinha na linha
Queima na melodia de sua voz
Enquanto acaricia minha pele, não é apenas o vento distante
Mas também o sangue dela, desesperado para escapar
Desesperar-se de
Casa novamente
Aqui, no jardim dos sonhos
Cores bonitas contra as flores
Reverberando os gritos em uma brisa tão tranquila
A luz é tão lúcida
Este lugar só arderá em amor
Desesperar-se de
O lar para onde correr
Corra comigo
Composição: Damián Antón-Ojeda