Via San Dios
The crushing pressure weighing down upon my weary back
The tedious routines of day to day poise to attack
The poisonous pollution and the pointlessness of care
And in a blink we blow away to dust upon the air
Six feet down and underground [4x]
A clotted cold perfection still in petrifaction lay
We'll run and rot to crumble in a petrified decay
And in as much as I can see no future why go on
So this here I present to you one final poem in song
And I can see a darkness and a clearing of the path
In the overpopulation I can simplify the math
Six feet down and underground [4x]
A clotted cold perfection still in petrifaction lay
We'll run and rot to crumble in a petrified decay
The hazy warmth encompasses my eyes a misty sea
The soft embrace of sunset in a dark eternity
Prayer and flowers mock and tease my terrorized beliefs
The truth is that we're born to die until our sweet release
I care so much and not at all about every living breath
The sadness of this sentience; a sentence to my death
In my grave and down the drain; Erase the misspent past
The tortured love in memories are never meant to last
Via San Dios
A pressão esmagadora pesando nas minhas costas cansadas
As rotinas tediosas do dia a dia prestes a atacar
A poluição venenosa e a futilidade de se importar
E num piscar de olhos, nos dissipamos em poeira no ar
Seis pés abaixo e enterrado [4x]
Uma perfeição fria e coagulada ainda em petrificação
Vamos correr e apodrecer até desmoronar em decadência petrificada
E na medida em que não consigo ver futuro, por que continuar?
Então aqui apresento a você um último poema em forma de canção
E eu consigo ver uma escuridão e um clarear do caminho
Na superpopulação, consigo simplificar a conta
Seis pés abaixo e enterrado [4x]
Uma perfeição fria e coagulada ainda em petrificação
Vamos correr e apodrecer até desmoronar em decadência petrificada
O calor nebuloso envolve meus olhos, um mar enevoado
O suave abraço do pôr do sol em uma eternidade sombria
Orações e flores zombam e provocam minhas crenças aterrorizadas
A verdade é que nascemos para morrer até nossa doce libertação
Me importo tanto e ao mesmo tempo não me importo com cada respiração viva
A tristeza dessa consciência; uma sentença para minha morte
Na minha cova e pelo ralo; apague o passado mal gasto
O amor torturado nas memórias nunca foi feito para durar