Ela não é só mais uma na multidão
Tem uma aura que prende a atenção
Não precisa de holofote pra brilhar
A luz que ela carrega vem do próprio olhar
Dona do seu tempo, sabe transbordar
Um oceano inteiro pra quem sabe mergulhar
Ela é o caos e a calmaria no mesmo tom
O acorde perfeito, a métrica e o som
Quem acha que decifra, se perde na ilusão
Porque a alma dela não tem tradução
Ah, ela é a poesia que a rua não leu!
O sorriso mais raro que a vida me deu!
Sem pedir licença, ela rouba a cena
Faz qualquer loucura valer a pena!
Ah, o mundo congela pra ver ela passar!
Tem o dom divino de me desarmar!
Ela não promete, mas entrega o coração
A dona absoluta da minha canção!
Às vezes insegura, mas não volta atrás
Ela sabe o tamanho do bem que ela faz
Gosta das coisas simples, de um samba de quintal
Mas carrega uma energia que é surreal
Não é sobre a roupa ou a cor do batom
É sobre a frequência, é sobre o tom
Ela é o caos e a calmaria no mesmo tom
O acorde perfeito, a métrica e o som
Quem acha que decifra, se perde na ilusão
Porque a alma dela não tem tradução
Ah, ela é a poesia que a rua não leu!
O sorriso mais raro que a vida me deu!
Sem pedir licença, ela rouba a cena
Faz qualquer loucura valer a pena!
Ah, o mundo congela pra ver ela passar!
Tem o dom divino de me desarmar!
Ela não promete, mas entrega o coração
A dona absoluta da minha canção!
Independente, mas feita de amor
Onde ela pisa, ela deixa a flor
Quem tem a sorte de ter sua companhia
Descobre o que é viver de poesia
Ah, ela é a poesia que a rua não leu!
O sorriso mais raro que a vida me deu!
Sem pedir licença, ela rouba a cena
Faz qualquer loucura valer a pena!
Ah, o mundo congela pra ver ela passar!
Tem o dom divino de me desarmar!
Ela não promete, mas entrega o coração
A dona absoluta da minha canção!
A dona da minha canção
A poesia que a rua não leu
Ela é dona de si
E do meu coração