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Há tanto amor

Lenorman Gérard

Y'a tant d'amour

{Refrain:}Y a tant d'amour, {x5} sur Terre...Y a tant d'amour, {x5} qui s'perd...qui s'perd.Dans la foule solitudeOn n'est là pour personneCes murailles d'habitudeQu'ensemble on se façonneCes miroirs qui renvoientSans trop y réfléchirDes images de soiSous un masque de cireImagine le soleilAu fond d'un vieux tiroirQu'on aurait mis en veilleA force de plus y croireEt l'on reste immobile avec les bras ballantsMais, qu'est ce qu'on attend ?{au Refrain}Dans nos villes lumièresOn n'est plus que ombresDensités numérairesFaites de codes et de nombresCes chimies qu'on avalentPour mieux s'anéantirCes malaises qu'on trimbaleEt tout ce mal à direImagine la sourceAu dessous des gravatsQui continue sa courseEt qui ne tarit pasOn est seul, on est tous si petit et si grandMais qu'est ce qu'on attend{au Refrain}A force de reniernos élans de bonheurA force de subir les séquellesde nos froideursA force de noyer nos il-lusions perduesLes Je, Tu, Il, Nous, Vous, Ilsn'en peuvent déjà plusil serait temps que l'homme s'aimeaux quatre ventsEt sans carences et sans carêmesDe sentimentsTous les possibles sont au creux de nos mainsEt si tu le veux bien.Ne plus jamais renier nos é-lans de bonheurN'plus jamais subir les séquellesde nos froideursNe plus jamais noyer nos il-lusions perduesLes Je, Tu, Il, Nous, Vous, Ilsn'en peuvent déjà plusil serait temps que l'homme s'aime aux quatre ventsEt sans carences et sans carêmesDe sentimentsTous les possibles sont au creux de nos mainsEt si tu le veux bien.{Refrain:}Y a tant d'amour, {x5} sur Terre...Y a tant d'amour, {x5} qui s'perd...Y a tant d'amour, {x5} sur Terre...Y a tant d'amour, {x5} sur Terre...

Há tanto amor

{Refrão:} Há tanto amor, {x5} na Terra... Há tanto amor, {x5} que se perde... que se perde. Na multidão, solidão Não estamos aqui para ninguém Essas paredes de costume Que juntos a gente forma Esses espelhos que refletem Sem pensar muito nisso Imagens de nós mesmos Sob uma máscara de cera Imagine o sol No fundo de uma velha gaveta Que a gente deixou de lado De tanto não acreditar E a gente fica parado com os braços caídos Mas, o que estamos esperando? {ao Refrão} Nas nossas cidades iluminadas Não somos mais que sombras Densidades numéricas Feitas de códigos e números Essas químicas que engolimos Para melhor nos aniquilar Esses desconfortos que carregamos E toda essa dificuldade de falar Imagine a fonte Debaixo dos escombros Que continua seu curso E que não seca Estamos sozinhos, somos todos tão pequenos e tão grandes Mas o que estamos esperando? {ao Refrão} De tanto renegar Nossos impulsos de felicidade De tanto sofrer as consequências De nossas friezas De tanto afogar nossas ilusões perdidas Os Eu, Tu, Ele, Nós, Vocês, Eles Já não aguentam mais Já está na hora de o homem se amar Aos quatro ventos E sem carências e sem lamentos De sentimentos Todas as possibilidades estão ao alcance das nossas mãos E se você quiser. Nunca mais renegar Nossos impulsos de felicidade Nunca mais sofrer as consequências De nossas friezas Nunca mais afogar nossas ilusões perdidas Os Eu, Tu, Ele, Nós, Vocês, Eles Já não aguentam mais Já está na hora de o homem se amar Aos quatro ventos E sem carências e sem lamentos De sentimentos Todas as possibilidades estão ao alcance das nossas mãos E se você quiser. {Refrão:} Há tanto amor, {x5} na Terra... Há tanto amor, {x5} que se perde... Há tanto amor, {x5} na Terra... Há tanto amor, {x5} na Terra...

Composição: