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Solidão

Leroy García

Soledad

A veces tengo ganas de abrazarte
Sería capaz subir al cielo y rescatarte
Y es que pasa el tiempo y no puedo resignarme
Más me aferro a ti

Hay veces que me he vuelto inapetente
Me he vuelto frío e indiferente con la gente
Cuando me viene tu recuerdo a mi mente
Nace un nudo en mi

De qué me sirve
Si te hablo y no respondes
Si no puedo revivir lo y irevivible
Y me rindo al dolor por no entregar todo de mí

De qué me sirve
Llorar mares de tristeza, de nada sirve
Cuándo pude darlo todo, no lo hice
Y me hundo en el llanto de está triste soledad

De qué me sirve
Si te hablo y no respondes
Si no puedo revivir lo y irevivible
Y me rindo al dolor por no entregar todo de mí

De qué me sirve
Llorar mares de tristeza, de nada sirve
Cuándo pude darlo todo, no lo hice
Y me hundo en el llanto de está triste soledad

Solidão

Às vezes eu tenho vontade de te abraçar
Eu seria capaz de subir ao céu e te resgatar
E é que o tempo passa e eu não consigo me conformar
Mas eu me agarro a você

Tem vezes que eu fico sem apetite
Fico frio e indiferente com a galera
Quando vem à minha mente a sua lembrança
Surge um nó em mim

De que adianta
Se eu falo e você não responde
Se não posso reviver o que é irreversível
E eu me entrego à dor por não dar tudo de mim

De que adianta
Chorar mares de tristeza, não adianta nada
Quando eu poderia ter dado tudo, não fiz
E eu me afundo no choro dessa triste solidão

De que adianta
Se eu falo e você não responde
Se não posso reviver o que é irreversível
E eu me entrego à dor por não dar tudo de mim

De que adianta
Chorar mares de tristeza, não adianta nada
Quando eu poderia ter dado tudo, não fiz
E eu me afundo no choro dessa triste solidão

Composição: