Q.E.P.D. (Blanquito)
Hoy caminamos contigo, con tu luz podemos ver
Muestranos el camino, y me quedo a besar tus pies
Se abre la puerta negra, la mano te coge la muerte
Tres numeros en tu frente, soñando la liena maligna
Y las monedas que compran, tu alma que siempre traiciona
Nunca tendra epitafio, solo tumba profanada
Rejas que abren el mal, el cabrio tu cuerpo tomo
Este contrato que firmo; con tu vida pagaras
A unos metros del camino, volaron las garzas oscuras
Lo arrastraron de un sueño, como perro lo mataron
De marfil se hizo la caja, pero sin una aleluya
Solo una rata nadaba, en un charco de sangre
Que ...
En Paz ...
Descanses ...
Blanquito ...
Q.E.P.D. (Blanquito)
Hoje caminhamos contigo, com sua luz podemos ver
Mostre-nos o caminho, e eu fico pra beijar seus pés
Se abre a porta negra, a mão te pega a morte
Três números na sua testa, sonhando a linha maligna
E as moedas que compram, sua alma que sempre trai
Nunca terá epitáfio, só tumba profanada
Grades que abrem o mal, o cabrão tomou seu corpo
Este contrato que assinei; com sua vida você pagará
A poucos metros do caminho, voaram as garças escuras
O arrastaram de um sonho, como um cachorro o mataram
De marfim se fez a caixa, mas sem um aleluia
Só uma rata nadava, em um charco de sangue
Que ...
Em Paz ...
Descanse ...
Blanquito ...