Belcebú (part. Elane)
Me monto un trío entre el delirio y el delito
Soy de tirarme al fango pa' luego limpiármelo
Dame un trago amargo y yo te canto algo bonito
Aunque nunca he pasado hambre
Siempre hambrienta buscando no estar bien
Mitad demonio mitad ángel
Dime cómo gestionar, dime cómo
Toda esta puta maldad, yo no puedo
Toda la vida encerrá
Entre negras rosas
Algo raro que me hace vibrar
Parte de demonio y algo más
No quiero encontrar mi otra mitad
Soy algo bonito con maldad
Busco calma regalo mi alma
Pa'l demonio que la quiera pa' su jaula
No la necesito, me ha perdido el vicio
Tengo algo de real y algo de mito
Ven por mí
Fluye como el río
Mi sangre la que lleva mis delitos
Cuento cinco, bebo, follo, fumo y leo libros
Rompo todo lo que toco por los míos
Mitad demonio mitad ángel
Dime cómo gestionar, dime cómo
Toda esta puta maldad, yo no puedo
Toda la vida encerrá
Entre negras rosas
Ponme otra copa y maléame
Vine buscando grietas, no te pares, a eso vine
Si haces que mi libreta sangre
Te pongo el anillo y eso tú lo sabes bien
¿Cómo terminé aquí?
Borré la línea que separa el comienzo del fin
Te dije no, y terminó siendo que si
Y hoy me desnuda el placer de sufrir
No tengo miedo si se trata de sentir
Mitad demonio mitad ángel
Dime cómo gestionar, dime cómo
Toda esta puta maldad, yo no puedo
Toda la vida encerrá
Entre negras rosas
Sube los graves, loco suena un poco tóxico
Coraza loca solo me pone lo místico
Me corro como Kali si noto el abismo
Me siento colocada movimiento físico
Sudores fríos al rozarme contigo
No tengo frío cuando duermo contigo
A veces niego y a veces consentido
Si me conoces creo que soy un buen partido
Belzebu (part. Elane)
Me meto num triângulo entre a loucura e o crime
Sou de me jogar na lama pra depois me limpar
Me dá um trago amargo e eu te canto algo bonito
Embora nunca tenha passado fome
Sempre faminta buscando não estar bem
Metade demônio, metade anjo
Me diz como lidar, me diz como
Toda essa puta maldade, eu não consigo
Toda a vida trancada
Entre rosas negras
Algo estranho que me faz vibrar
Parte de demônio e algo mais
Não quero encontrar minha outra metade
Sou algo bonito com maldade
Busco calma, dou minha alma
Pro demônio que a queira pra sua jaula
Não preciso dela, me perdi no vício
Tenho algo de real e algo de mito
Vem por mim
Flui como o rio
Meu sangue é o que carrega meus crimes
Conto cinco, bebo, transo, fumo e leio livros
Quebro tudo que toco pelos meus
Metade demônio, metade anjo
Me diz como lidar, me diz como
Toda essa puta maldade, eu não consigo
Toda a vida trancada
Entre rosas negras
Me põe mais uma dose e me deixa louca
Vim buscando fendas, não para, é pra isso que vim
Se fizer minha caneta sangrar
Te coloco o anel e você sabe bem disso
Como terminei aqui?
Apaguei a linha que separa o começo do fim
Te disse não, e acabou sendo que sim
E hoje o prazer de sofrer me despida
Não tenho medo se é pra sentir
Metade demônio, metade anjo
Me diz como lidar, me diz como
Toda essa puta maldade, eu não consigo
Toda a vida trancada
Entre rosas negras
Aumenta os graves, doido, soa um pouco tóxico
Armadura louca só me deixa no místico
Me corro como Kali se sinto o abismo
Me sinto chapada, movimento físico
Suores frios ao tocar em você
Não sinto frio quando durmo com você
Às vezes nego e às vezes consentido
Se me conhece, acho que sou um bom partido