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Amando um Assassino

Ligeia

Makin' Love To A Murderer

Murder, question for the hour.
Should she paint the town red again?
Such an act of compassion, such a waste of life.
She awakes her smile with the keys in her hand.
Pretty facial mod with tire marks in his skin.
He'll wait to forgive you.
He'll lose this time and never win.
Like clockwork, how the tables have turned.
This tragic play of cards you've been dealt.
Fall in love, lose your life.
Back and forth again, it's suicide.
Love is suicide, it's freedom's child.
She couldn't bear the pain.
Broken skies beyond the diagnosed, fade the sun to black and wait for the ghost.
Love is suicide, it's freedom's child.
She couldn't bear the pain.
No sense to beg for mercy.
No sense to reconcile now.

Amando um Assassino

Assassinato, pergunta da vez.
Deveria ela pintar a cidade de vermelho de novo?
Um ato de compaixão, um desperdício de vida.
Ela acorda com um sorriso e as chaves na mão.
Uma modificação bonita no rosto com marcas de pneu na pele.
Ele vai esperar para te perdoar.
Ele vai perder dessa vez e nunca ganhar.
Como um relógio, como as coisas mudaram.
Esse trágico jogo de cartas que você recebeu.
Se apaixonar, perder a vida.
Vai e volta de novo, é suicídio.
O amor é suicídio, é filho da liberdade.
Ela não conseguia suportar a dor.
Céus quebrados além do diagnosticado, apague o sol e espere pelo fantasma.
O amor é suicídio, é filho da liberdade.
Ela não conseguia suportar a dor.
Não faz sentido implorar por misericórdia.
Não faz sentido reconciliar agora.

Composição: Keith Holuk / Ligeia