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Os Abismos que Eu Percorro

Like Moths To Flames

The Depths I Roam

Peeling the skin
So I can shed the scars
Removed the limbs
And manufactured a new heart
Fragile death
Cracks like porcelain
Constant reminders of what could've been

I should've known
To never trust anyone but myself
I should've known
To never ask for help
It did more harm than good
The separation divides
I'll always be misunderstood

In the depths I roam
I wanted to keep this place for myself
My perfect little hell
The depths I roam
Where the gardens never grow
The depths I roam
The time can barely move on it's own

The more I see
The less I want to know
What's above is not what's below
It gets darker the deeper I go
The more I see
The less I believe
What's above is not what's below
These are the depths I roam

A manifested
Descent of consciousness
The truth was never hard to swallow
Just a pawn in life
That follows death
A bottomless pit consumes
Until there's nothing left

In the depths I roam
I wanted to keep this place for myself
My perfect little hell
The depths I roam
Where the gardens never grow
The depths I roam
The time can barely move on it's own

Fragments of truth
Illuminate the view
A darkness too thick for the light
To shine through
A darkness too thick for the light
To shine through

I should've known
That they'd interpret it wrong
I should've known
That I held on for too long
It did more harm than good
The separation divides
I'll always be misunderstood

The more I see
The less I want to know
What's above is not what's below
It gets darker the deeper I go
The more I see
The less I believe
What's above is not what's below
These are the depths I roam

Os Abismos que Eu Percorro

Descascando a pele
Para que eu possa livrar-me das cicatrizes
Removi os membros
E fabriquei um novo coração
Morte frágil
Rachaduras como porcelana
Lembretes constantes do que poderia ter sido

Eu deveria ter sabido
Nunca confiar em ninguém além de mim mesmo
Eu deveria ter sabido
Nunca pedir ajuda
Fez mais mal do que bem
A separação divide
Sempre serei incompreendido

Nos abismos que eu percorro
Eu queria manter este lugar para mim
Meu pequeno inferno perfeito
Os abismos que eu percorro
Onde os jardins nunca crescem
Os abismos que eu percorro
O tempo mal consegue se mover sozinho

Quanto mais vejo
Menos quero saber
O que está acima não é o que está abaixo
Fica mais escuro quanto mais fundo eu vou
Quanto mais vejo
Menos acredito
O que está acima não é o que está abaixo
Estes são os abismos que eu percorro

Uma descida manifestada
Da consciência
A verdade nunca foi difícil de engolir
Apenas um peão na vida
Que segue a morte
Um abismo sem fundo consome
Até não restar nada

Nos abismos que eu percorro
Eu queria manter este lugar para mim
Meu pequeno inferno perfeito
Os abismos que eu percorro
Onde os jardins nunca crescem
Os abismos que eu percorro
O tempo mal consegue se mover sozinho

Fragmentos de verdade
Iluminam a vista
Uma escuridão muito densa para a luz
Passar por ela
Uma escuridão muito densa para a luz
Passar por ela

Eu deveria ter sabido
Que interpretariam errado
Eu deveria ter sabido
Que segurei por tempo demais
Fez mais mal do que bem
A separação divide
Sempre serei incompreendido

Quanto mais vejo
Menos quero saber
O que está acima não é o que está abaixo
Fica mais escuro quanto mais fundo eu vou
Quanto mais vejo
Menos acredito
O que está acima não é o que está abaixo
Estes são os abismos que eu percorro