La que manda soy yo
Yo no vine a pedir permiso, vine a poner orden
MAXXXII, Puchita, escuchen bien
No están al nivel, ni cerca
Yo tengo el rostro, la actitud y el carisma
Ustedes tienen ruido, poses y pena
Se creen artistas, pero no sostienen ni un verso
Se maquillan de talento, pero no hay fondo
Puchita, tu presencia es puro humo
MAXXXII, tu mirada no intimida a nadie
Yo camino firme, ustedes tropiezan con su propia sombra
No necesito gritar para que me escuchen
Mi silencio pesa más que sus gritos
No me comparen, no me igualen, no me mencionen
Yo soy la que manda, la que rompe, la que no se dobla
Ustedes juegan a ser grandes
Yo nací para ser leyenda
No hay filtro que les salve
No hay verso que les defienda
Y si quieren guerra, aquí estoy
Con el rostro en alto, la actitud encendida
Y el carisma que les falta
A que manda sou eu
Eu não vim pedir permissão, vim colocar ordem
MAXXXII, Puchita, escutem bem
Vocês não estão no nível, nem perto
Eu tenho o rosto, a atitude e o carisma
Vocês têm barulho, poses e vergonha
Se acham artistas, mas não sustentam nem um verso
Se maquiam de talento, mas não tem conteúdo
Puchita, sua presença é puro fumaça
MAXXXII, seu olhar não intimida ninguém
Eu ando firme, vocês tropeçam na própria sombra
Não preciso gritar para que me ouçam
Meu silêncio pesa mais que seus gritos
Não me comparem, não me igualem, não me mencionem
Eu sou a que manda, a que quebra, a que não se dobra
Vocês brincam de ser grandes
Eu nasci para ser lenda
Não há filtro que os salve
Não há verso que os defenda
E se querem guerra, aqui estou
Com o rosto erguido, a atitude acesa
E o carisma que lhes falta
Composição: jonathan sanchez hernandez