PODER (part. Feid y Tru Comers)
No es que no confíe en nadie
Es que yo me siento diferente
Pa' todo el mundo el mismo Sol es que sale
Pero no todo' están conscientes
El de arriba te para las vece' que resbales
No pierdas la fe cuando sientas que no te sale
Todos los días son el día de mi suerte
Shit
Ah
(No-no-no-no, no-no-no)
(No-no-no-no, no-no-no)
Soy el futuro inmediato de mi pasa'o
Tan testarudo, que dudo que muera con alguien al lado
Sigo perdido en el limbo de mi descaro
Exiliado de mí mismo, del cinismo estoy asqueado
Quiero dejar de ser un bobo para no estar solo
Perdonar todos los robo', desprenderme de esos polo'
Poder dejar existir lo que no controlo
No ser esclavo de manías, olvidarme de mis modo'
La realidad es que no sé cambiar de signo
O esos pensamientos malignos que no son digno'
De un tipo normal, o mal que viene en sus cinco sentidos
Que siempre camina agradeci'o por estar vivo
Ansioso, perfeccionista y algo virtuoso
Sigiloso como escapista, maravilloso (oh-oh)
Vanidoso por ser artista, pero valioso
Y con buena vista, protagonista de lo culposo
Tengo pocas deuda', mis modale' me representan
Varios enemigos casuale' que no me enfrentan
Algunos problemas mentale' que no se cuentan
Y es que soy orgullo de los Morales, pero el diablo tienta
La depresión es real y nos atormenta
La situación, país y la crisis de los 40
Entre la angustia, el estrés y pagar la renta
Taras de la infancia están expuestas a crianzas turbulenta'
Sé que soy responsable de lo que hice
Pero nadie me ayudo en el sanar de cicatrice'
Y aunque la mierda sea abono para lombrice'
Lo que pasó, pasó, y fue así porque así lo quise (ey)
No es que no confíe en nadie
Es que yo me siento diferente
Pa' todo el mundo el mismo Sol es que sale
Pero no todo' están conscientes
El de arriba te para las vece' que resbales
No pierdas la fe cuando sientas que no te sale
Todos los días son el día de mi suerte
Lo que pase no se lo cuente a nadie
Usted no sabe qué acontece en el valle
La bendición antes de irse pa' la calle
PODER (part. Feid e Tru Comers)
Não é que eu não confie em ninguém
É que eu me sinto diferente
Pra todo mundo o mesmo Sol é que nasce
Mas nem todos estão conscientes
O de cima te segura nas vezes que escorregas
Não perca a fé quando sentir que não dá certo
Todos os dias são o dia da minha sorte
Merda
Ah
(Não-não-não-não, não-não-não)
(Não-não-não-não, não-não-não)
Sou o futuro imediato do meu passado
Teimoso, duvido que morra com alguém ao lado
Continuo perdido no limbo do meu descaro
Exilado de mim mesmo, do cinismo estou cansado
Quero parar de ser um bobo pra não ficar sozinho
Perdoar todos os roubos, me desprender desses polos
Poder deixar existir o que não controlo
Não ser escravo de manias, esquecer meus modos
A realidade é que não sei mudar de signo
Ou esses pensamentos malignos que não são dignos
De um cara normal, ou mal que vem em seus cinco sentidos
Que sempre caminha agradecido por estar vivo
Ansioso, perfeccionista e algo virtuoso
Silencioso como escapista, maravilhoso (oh-oh)
Vaidoso por ser artista, mas valioso
E com boa visão, protagonista do que é culposo
Tenho poucas dívidas, meus modos me representam
Vários inimigos casuais que não me enfrentam
Alguns problemas mentais que não se contam
E é que sou orgulho dos Morales, mas o diabo tenta
A depressão é real e nos atormenta
A situação, o país e a crise dos 40
Entre a angústia, o estresse e pagar o aluguel
Traumas da infância estão expostos a crias turbulentas
Sei que sou responsável pelo que fiz
Mas ninguém me ajudou a curar as cicatrizes
E embora a merda seja adubo para minhocas
O que passou, passou, e foi assim porque eu quis (ey)
Não é que eu não confie em ninguém
É que eu me sinto diferente
Pra todo mundo o mesmo Sol é que nasce
Mas nem todos estão conscientes
O de cima te segura nas vezes que escorregas
Não perca a fé quando sentir que não dá certo
Todos os dias são o dia da minha sorte
O que acontecer não conte pra ninguém
Você não sabe o que acontece no vale
A bênção antes de ir pra rua