Desde La Republica
Desde la república nació
Las ganas de siempre confiar en Dios
Me hago la cruz pa sacar una canción
Y nunca se me olvido
Cuando pedía trabajo y nadie me dio
Lloraba suplicándole al señor
El día que la situación
Por falta de plata complico
Cuando me agredieron en una ocasión
Y por la televisión
Y el extranjero es un matón
El racismo nunca esta avalado por Dios
Se terminó y el trabajo de mesero me toco
Por monedas por falta pa la inversión
Porque mi arte no es opción
El proyecto de vida que me enseño
Que la tristeza no es un freno es un motor
Y es que desde la república
Donde es que mi vida se hace última
Donde mi infancia si se hizo única
Mis historias son estúpidas
Y mis composiciones se hacen públicas
Donde vestía en diciembre con mi túnica
Y es que desde la república
Donde es que mi vida se hace última
Donde mi infancia si se hizo única
Mis historias son estúpidas
Y mis composiciones se hacen públicas
Donde vestía en diciembre con mi túnica
Y es que son escritos romanos que escribo cada vez que lloro
Y recuerdos que guardo en gaveta después los entono
Y milésima de cuarto de segundo por las que hago un coro
Puede ser que mi vida se narre y la decoro
Un libro con páginas blancas y tinta trasparente
Pa que vean que lo que yo aporto no es de delincuente
Compositor artista o rapero un tipo decente
O fanático de los sonidos pa satisfacerme
Maita eche la bendición voy pa'l laburo
A grabar otro tema en mi mente yo se lo juro
Que nací pa'l lápiz no delincuente se lo aseguro
Tengo 4 millones de chistes y no maduro
La espalda la tengo jodida por dinero
Trabajar porque pagar el alquiler es lo primero
Fanático del fútbol y del sexo desde primero
Aquí representando a mi álbum pa'l mundo entero
Y es que desde la república
Donde es que mi vida se hace última
Donde mi infancia si se hizo única
Mis historias son estúpidas
Y mis composiciones se hacen públicas
Donde vestía en diciembre con mi túnica
Y es que desde la república
Donde es que mi vida se hace última
Donde mi infancia si se hizo única
Mis historias son estúpidas
Y mis composiciones se hacen públicas
Donde bestia en diciembre con mi túnica
Desde la república nació
Las ganas de siempre confiar en Dios
Me hago la cruz pa sacar una canción
Y nunca se me olvido
Cuando pedía trabajo y nadie me dio
Lloraba suplicándole al señor
El día que la situación
Por falta de plata complico
Cuando me agredieron en una ocasión
Y por la televisión
Y el extranjero es un matón
El racismo nunca esta avalado por Dios
Se terminó y el trabajo de mesero me toco
Por monedas por falta pa la inversión
Porque mi arte no es opción
El proyecto de vida que me enseño
Que la tristeza no es un freno es un motor
Desde a República
Desde a república nasceu
A vontade de sempre confiar em Deus
Faço a cruz pra criar uma canção
E nunca esqueci
Quando pedia trabalho e ninguém me deu
Chorava implorando ao Senhor
No dia em que a situação
Por falta de grana complicou
Quando me agrediram uma vez
E pela televisão
E o estrangeiro é um valentão
O racismo nunca é aprovado por Deus
Acabou e o trabalho de garçom me coube
Por moedas, por falta pra investir
Porque minha arte não é opção
O projeto de vida que me ensinou
Que a tristeza não é um freio, é um motor
E é que desde a república
É onde minha vida se torna última
Onde minha infância realmente foi única
Minhas histórias são estúpidas
E minhas composições se tornam públicas
Onde eu vestia em dezembro com minha túnica
E é que desde a república
É onde minha vida se torna última
Onde minha infância realmente foi única
Minhas histórias são estúpidas
E minhas composições se tornam públicas
Onde eu vestia em dezembro com minha túnica
E é que são escritos romanos que faço toda vez que choro
E lembranças que guardo na gaveta, depois eu entoo
E milésimos de quarto de segundo pelos quais faço um coro
Pode ser que minha vida se narre e eu decore
Um livro com páginas brancas e tinta transparente
Pra que vejam que o que eu trago não é de delinquente
Compositor, artista ou rapper, um cara decente
Ou fã dos sons pra me satisfazer
Maita, dá a bênção, vou pro trampo
Pra gravar outro tema, na minha mente eu juro
Que nasci pra caneta, não delinquente, isso eu asseguro
Tenho 4 milhões de piadas e não amadureço
As costas tão fodidas por causa de grana
Trabalhar porque pagar o aluguel é o primeiro
Fã de futebol e sexo desde pequeno
Aqui representando meu álbum pro mundo inteiro
E é que desde a república
É onde minha vida se torna última
Onde minha infância realmente foi única
Minhas histórias são estúpidas
E minhas composições se tornam públicas
Onde eu vestia em dezembro com minha túnica
E é que desde a república
É onde minha vida se torna última
Onde minha infância realmente foi única
Minhas histórias são estúpidas
E minhas composições se tornam públicas
Onde eu vestia em dezembro com minha túnica
Desde a república nasceu
A vontade de sempre confiar em Deus
Faço a cruz pra criar uma canção
E nunca esqueci
Quando pedia trabalho e ninguém me deu
Chorava implorando ao Senhor
No dia em que a situação
Por falta de grana complicou
Quando me agrediram uma vez
E pela televisão
E o estrangeiro é um valentão
O racismo nunca é aprovado por Deus
Acabou e o trabalho de garçom me coube
Por moedas, por falta pra investir
Porque minha arte não é opção
O projeto de vida que me ensinou
Que a tristeza não é um freio, é um motor