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Não consigo parar

Linyeras Cru

No Puedo Parar

Me encerró en su cuarto y no creo que salga
Bardeé con mi mujer, al menos que la pena valga
Tan rica, tan puta y tan blanca
Me sedució de dulce, pero es una zorra amarga

Yo quiero un polvo más y me dice andate
Me saca la plata y me pide que me mate
No tiene celular y a veces se va a bailar
Y yo la paso a buscar aunque es difícil de encontrarle

La compartimos con la ganga es una chancha
Tiene el culo gordo, rompió 100 balanzas
Es inteligente, conoce al presidente
Se fue con otro chanta y yo pegué con otro tranza

Esto es para vos, mi amor mi puta blanca
Pura como ninguna y ninguno se la banca
Quiero Branca y solo llego al Tetra
Y si venís de vuelta, me mato mañana

Era colombiana maquillada en Argentina
No tengo recuerdos de la gira de ayer
Me despierto y me acuerdo de que no era una mujer
Y que cuando era más chico le decía cocaína

Línea tras, línea tras, línea tras, línea tras
(Me despierto hecho una bolsa)
Línea tras, línea tras
No puedo parar, de tomar-me, tiempo para encontrar otro track
Línea tras, línea tras, línea tras, línea tras
(Me despierto hecho una bolsa)
Línea tras, línea tras
No puedo parar, de tomar-me, tiempo para encontrar otro track (You)

La boca más pastosa que comiendo un Turimar
No es la primera vez que digo, esta es la última
De vuelta en la fantaseada
De mojar la napia en la razón que te hace ser la más deseada

La cama, mi carpeta
Una dama que te reta
A que le sigas el ritmo de mujer inquieta
¿Hace cuánto no veo la luz del Sol?

No es algo que me afecte, pero no está bien
Como una gorda sin tetas
No van a haber maniobras toscas después del juegue
No vuela ni una mosca porque ya no pueden

Es sexy, como ellas desfilan
Perros miran con una rabia que no se acerca ni César Millán
¿Cuándo habrá sido que se nos fue el calor nena?
¿Cuándo habrá sido que se nos fugó el amor?

Quizás cuando me imagine con anchas guampas
Quizás cuando olvidé mi alianza adentro de mi wacha trampa
Cual degollado de sangre, en versos libertinos
Más enrollado en el mambo que Julio Argentino

Me llaman desubicado, padre del bochorno
Están equivocados, estoy más ubicado que judío en el horno
Propino los renglones del poder y viceversa
Aprendí a la fuerza, de escalar a la inversa

Palabras encerradas en pleno brote
Que como preso golpetean la taza entre barrotes
Estoy, pero en modo despertador
Me viste tierno, pero hoy soy un cazador
No pidas a tus santos que me toquen timbre, por favor
Es que el infierno me resulta encantador

Línea tras, línea tras, línea tras, línea tras
(Me despierto hecho una bolsa)
Línea tras, línea tras
No puedo parar, de tomar-me, tiempo para encontrar otro track

Línea tras, línea tras, línea tras, línea tras
(Me despierto hecho una bolsa)
Línea tras, línea tras
No puedo parar, de tomar-me, tiempo para encontrar otro track
(Na)

Línea tras, línea tras
Línea tras, línea tras
Línea tras-tra-tra-tra
Tras-línea tras-tras-tras-tras
Tra-tra-tra-tra
Línea-Línea tras-tras-tras

¿Quién tiene la birome?
Yo, yo
¿Qué es esto? ¿Para firmar autógrafos? Sacale el coso del medio
Bueno boludo sacáselo vos
No es para escribir la... Boludo, es para tomar la birome
Tomá boludo

Se larga la primera bola, el primer pase, venga
Salud y dinero loco
Salud
¿Y? ¿Qué onda?
Rica loco, rica
A ver pasame
Rica como concha de virgen, eh

Não consigo parar

Ela me trancou em seu quarto e não acho que vou sair
Briguei com minha mulher, a menos que a dor valha a pena
Tão rica, tão puta e tão branca
Ela me seduziu com doçura, mas é uma vadia amarga

Eu quero mais uma foda e ela me diz para ir embora
Ela tira meu dinheiro e me pede para me matar
Ela não tem celular e às vezes sai para dançar
E eu passo para buscá-la, mesmo sendo difícil encontrá-la

Nós a compartilhamos com a gangue, ela é uma porca
Tem uma bunda grande, quebrou 100 balanças
Ela é inteligente, conhece o presidente
Ela foi embora com outro vigarista e eu fiquei com outro traficante

Isso é para você, meu amor, minha puta branca
Pura como ninguém e ninguém aguenta
Eu quero Branca e só chego ao Tetra
E se você voltar, eu me mato amanhã

Ela era colombiana maquiada na Argentina
Não tenho lembranças da turnê de ontem
Eu acordo e lembro que ela não era uma mulher
E que quando eu era mais jovem, eu a chamava de cocaína

Linha após linha, linha após linha
(Acordo como um saco)
Linha após linha, linha após linha
Não consigo parar de me drogar, tempo para encontrar outra música
Linha após linha, linha após linha
(Acordo como um saco)
Linha após linha, linha após linha
Não consigo parar de me drogar, tempo para encontrar outra música (Você)

A boca mais seca do que comendo um Turimar
Não é a primeira vez que digo, esta é a última
De volta à fantasia
De molhar o nariz na razão que te faz ser a mais desejada

A cama, meu refúgio
Uma dama que te desafia
A seguir o ritmo de uma mulher inquieta
Há quanto tempo não vejo a luz do sol?

Não é algo que me afeta, mas não está certo
Como uma gorda sem seios
Não haverá manobras grosseiras depois do jogo
Não voa nem uma mosca porque eles não podem mais

Ela é sexy, como elas desfilam
Cachorros olham com uma raiva que nem se compara a César Millán
Quando foi que perdemos o calor, querida?
Quando foi que o amor escapou de nós?

Talvez quando eu imaginei com chifres largos
Talvez quando esqueci minha aliança dentro da minha mulher trapaça
Como degolado de sangue, em versos libertinos
Mais enrolado na confusão do que Julio Argentino

Me chamam de deslocado, pai da vergonha
Estão enganados, estou mais no lugar do que um judeu no forno
Distribuo as linhas do poder e vice-versa
Aprendi à força, a escalar ao contrário

Palavras presas em plena erupção
Que como um prisioneiro batem na cela entre as barras
Estou aqui, mas no modo despertador
Você me viu doce, mas hoje sou um caçador
Não peça aos seus santos para tocarem a campainha, por favor
É que o inferno me parece encantador

Linha após linha, linha após linha
(Acordo como um saco)
Linha após linha, linha após linha
Não consigo parar de me drogar, tempo para encontrar outra música

Linha após linha, linha após linha
(Acordo como um saco)
Linha após linha, linha após linha
Não consigo parar de me drogar, tempo para encontrar outra música
(Na)

Linha após linha, linha após linha
Linha após linha, linha após linha
Linha após linha, linha após linha
Linha após linha, linha após linha
Linha após linha, linha após linha
Linha após linha, linha após linha

Quem tem a caneta?
Eu, eu
O que é isso? Para assinar autógrafos? Tire a coisa do meio
Bom, idiota, tire você
Não é para escrever... Idiota, é para usar a caneta
Pega, idiota

Começa a primeira bola, o primeiro passe, vamos lá
Saúde e dinheiro, mano
Saúde
E aí? Como vai?
Gostosa, mano, gostosa
Vamos lá, me passa
Gostosa como a buceta de uma virgem, né

Composição: Linyeras cru / Chimy Hendrix