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A Prisioneira

Liuba Maria Hevia

La Presa

La presa enferma que gime y llora
hoy de sus hijos ya separada
templan sus manos, arpa sagrada
pidiendo al cielo triste morir.

Yo soy el hijo de esa que gime
ave que llora triste cantando
a tu palacio vengo implorando
me des la aurora de mi existir.

Quiera el eterno que mi plegaria
tu noble pecho Conde taladre
si me devuelves mi buena madre
dentro del pecho te haré un altar.

A Prisioneira

A prisioneira doente que geme e chora
hoje já separada de seus filhos
tempera suas mãos, harpa sagrada
pedindo ao céu triste para morrer.

Eu sou o filho daquela que geme
pássaro que chora triste cantando
ao teu palácio venho implorando
me dá a aurora da minha existência.

Queira o eterno que minha prece
tu nobre peito, Conde, perfure
se me devolves minha boa mãe
dentro do peito te farei um altar.

Composição: