Po Juodo Angelo Sparnais
Kai akys užsimerkia ir galva nusvyra
Kai ašaros byra á pilkà pakelës žvyrà
Kai paukšèiai nekyla á dangø negyvà
Kai rankos bejëgës prieš piktà likimà
Po juodo angelo sparnais
Švininëm snaigëm krenta laikas
Nuvytusiø gëliø baltais žiedais
Papuoštos tavo šaltos rankos
Neišeik... Ne...
Neišeik prašau...
Tu stovi nuleidæs rankas,
Visiškai vienas
Gal dar vëjas balsus atneš
Tø, kurie išëjæ
Kai žodis užstringa minutæ lemtingà
Kai gëlës praranda savo žiedà spalvingà
Tu nori pakilt virš kasdienës rutinos
Ir širdá atvert šaltiniui ramybës
Po juodo angelo sparnais
Švininëm snaigëm krenta laikas
Nuvytusiø gëliø baltais žiedais
Papuoštos tavo šaltos rankos
Neišeik... Ne...
Neišeik prašau...
Sob As Asas do Anjo Negro
Quando os olhos se fecham e a cabeça cai
Quando as lágrimas caem no cinza da estrada de terra
Quando os pássaros não sobem ao céu sem vida
Quando as mãos se rendem diante do destino cruel
Sob as asas do anjo negro
Cai o tempo como flocos de chumbo
Flores murchas com pétalas brancas
Enfeitadas por suas mãos frias
Não vá... Não...
Não vá, por favor...
Você está de braços caídos,
Totalmente sozinho
Quem sabe o vento traga as vozes
Daqueles que se foram
Quando a palavra trava em um minuto decisivo
Quando as flores perdem sua cor vibrante
Você quer se elevar acima da rotina diária
E abrir o coração para a fonte da paz
Sob as asas do anjo negro
Cai o tempo como flocos de chumbo
Flores murchas com pétalas brancas
Enfeitadas por suas mãos frias
Não vá... Não...
Não vá, por favor...