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Você Acha Que Me Intimida

LOCURA POÉTICA

Te Crees Que Me Intimidas

Te Crees Que Me Intimidas
Sebe que no conoces
Las mentes locas guiadas por demonios con ruido
Gritando entre vómitos
Y versos sin juicio
Me cago en tu aura de santo
Y me meo en tus mentiras

Como puedes ser tan irreal
Como puedes crear tanta gilipollez
Con tan poco alma

No me intimidas
No me callas
Te lío, te fumo
Y consumimos tus faltas

Te crees valiente
Pero eres un ruido
De teclado cobarde
Y odio podrido

Detrás del monitor
Te crees que arreglas el mundo
Tirando frases vacías
Como escupitajos rotundos
Pero no escupas pa'riba, no subestimes el karma
Que todo lo que sube baja
Y te puede partir la cara
Y si vienes a joderme
Que sea de frente
Porque aquí no hay miedo solo diente
Y locura suficiente

No me intimidas
Ni con palabras ni con cara
Yo me crie entre ruinas
Tu en tu pantalla dorada
Grita fuerte tras el vidrio
Pero tiemblas si te mira
Yo aprendí a sangrar sonriendo
Tu a correr cuando te pillan

Tu discurso suena hueco
Como eco en cementerio
Tu señalas con el dedo
Yo me rompe el pecho entero

Hablas de respeto
Mientras escupes veneno
Yo no tengo tus modales
Pero tengo más huevos

Eres valiente en tu trono digital
Pero no aguantas ni un cara a cara
Yo te veo y me dan ganas de vomitarte en la pantalla
Tanto postureo barato tanta moral prestada
Que si te rascan la piel no hay nada

No me cuentes tus razones
No me vendas tu verdad
Ya le puse precio al alma
Y no pienso rebajar

No me intimidas
No me callas
Te lío, te fumo
Y escupo tus trampas

Tu discurso suena hueco
Como eco en cementerio
Tu señalas con el dedo
Yo me rompe el pecho entero
Hablas de respeto
Mientras escupes veneno
Yo no tengo tus modales
Pero tengo más huevos

No me intimidas
No me callas
No me callas
No me llamo

Você Acha Que Me Intimida

Você Acha Que Me Intimida
Saiba que você não conhece
As mentes loucas guiadas por demônios barulhentos
Gritando entre vômitos
E versos sem juízo
Eu me cago na sua aura de santo
E me mijo nas suas mentiras

Como você pode ser tão irreal
Como consegue criar tanta besteira
Com tão pouco alma

Você não me intimida
Não me cala
Te enrolo, te fumo
E consumimos suas falhas

Você se acha corajoso
Mas é só um barulho
De teclado covarde
E ódio podre

Atrás do monitor
Você acha que conserta o mundo
Jogando frases vazias
Como escupidas contundentes
Mas não cuspa pra cima, não subestime o karma
Que tudo que sobe desce
E pode te quebrar a cara
E se vier me foder
Que seja de frente
Porque aqui não tem medo, só dente
E loucura suficiente

Você não me intimida
Nem com palavras nem com cara
Eu cresci entre ruínas
Você na sua tela dourada
Grite alto atrás do vidro
Mas você treme se te olham
Eu aprendi a sangrar sorrindo
Você a correr quando te pegam

Seu discurso soa vazio
Como eco em cemitério
Você aponta com o dedo
Eu me arrebento o peito inteiro

Fala de respeito
Enquanto cospe veneno
Eu não tenho suas maneiras
Mas tenho mais coragem

Você é corajoso no seu trono digital
Mas não aguenta um cara a cara
Eu te vejo e me dá vontade de te vomitar na tela
Tanto pose barata, tanta moral emprestada
Que se te arranham a pele, não tem nada

Não me conte suas razões
Não me venda sua verdade
Já coloquei preço na alma
E não penso em baixar

Você não me intimida
Não me cala
Te enrolo, te fumo
E cuspo suas armadilhas

Seu discurso soa vazio
Como eco em cemitério
Você aponta com o dedo
Eu me arrebento o peito inteiro
Fala de respeito
Enquanto cospe veneno
Eu não tenho suas maneiras
Mas tenho mais coragem

Você não me intimida
Não me cala
Não me cala
Não me chamo

Composição: Jaime Jose Cerda Fernandez