Veri
Veel ei rebene igavik
Kuigi on rohtunud rajad
See mis meid tagasi kutsub
On isade vere kaja
Veel ei roosteta igemed
Hoidvad mis irevil hambaid
Veel ei unustus varjuta
Silmi kus hingelõõm ergab
Veel ei rahune inimhing
Ihudes muistseid teri
See mis neil mõõkadel mustab
On ammu voolanud veri
Võib-olla lahinguis kohtume veel
Endiste aegade säras
Reetureilt südamed õgime seest
Iidsete irvete pärast
Seilame kättemaksude merd
Tallame tahtlikult tapluste teid
Seni kui soontes meil voolab veel verd
Võõraste surmad toetavad meid
Veri
Ainda não é o fim da eternidade
Embora os caminhos estejam cobertos de grama
Aquilo que nos chama de volta
É o eco do sangue dos pais
Ainda não enferrujaram as gengivas
Mantendo os dentes expostos
Ainda não se esqueceu a sombra
Dos olhos onde a alma brilha
Ainda não se acalma a alma humana
Desejando grãos antigos
Aquilo que mancha suas espadas
É sangue que há muito flui
Talvez nos encontremos ainda em batalhas
Na luz dos tempos passados
De traidores devoramos os corações
Por causa dos sorrisos antigos
Navegamos pelos mares da vingança
Pisamos intencionalmente os caminhos das lutas
Até que ainda flua sangue em nossas veias
As mortes dos estranhos nos sustentam