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SEU CALORRO (Ao Vivo) (part. Estopa e José del Tomate)

Lola Indigo

TU CALORRO (Live) (part. Estopa y José del Tomate)

Fui a la orilla del río
Y vi que estabas muy sola
Vi que te habías dormido
Vi que crecían amapolas

En lo alto de tu pecho
Tu pecho hecho en la gloria
Yo me fui pa' ti derecho
Y así, entraste en mi memoria

Tú me vestiste los ojos
Yo te quitaba la ropa
Todas las palomas que cojo
Vuelan a la pata coja

Tú ibas abriendo las alas
Yo iba cerrando la boca
Tú eras flor desarropada
Y yo, el calorro que te arropa

Tu perfume es el veneno
Que contamina el aire que tu pelo corta
Que me corta hasta el habla y el entendimiento
Porque es la droga que vuelve mi cabeza loca

Después me quedo dormida
Y en una cama más dura que una roca
Soñando que aún no te has ido
Soñando que aún me tocas

Y el Sol se va sonrojando
Porque la noche le va cayendo
Los pájaros van llegando
Los árboles tienen sueño

Sus hojas ya se han cansado
De aguantar tanto el invierno
Y yo sigo aquí a tu lado
Y hasta que me lleve el viento

De luto, se pone el cielo
Que viene con nubes negras
¿Será porque tiene celos
De que, esta noche, te tenga?

Que oscuro que se está haciendo
Échale leña a la hoguera
La hoguera del sentimiento
Que arde si estoy a tu vera

Tu perfume es el veneno
Que contamina el aire que tu pelo corta
Que me corta hasta el habla y el entendimiento
Porque es la droga que vuelve mi cabeza loca

Después me quedo dormida
Y en una cama más dura que una roca
Soñando que aún no te has ido
Soñando que aún me tocas

Tu perfume es el veneno
Que contamina el aire que tu pelo corta
Que me corta hasta el habla y el entendimiento
Porque es la droga que vuelve mi cabeza loca

Después me quedo dormido
Y en una cama más dura que una roca
Soñando que aún no te has ido
Soñando que aún me tocas

SEU CALORRO (Ao Vivo) (part. Estopa e José del Tomate)

Fui até a beira do rio
E vi que você estava muito sozinha
Vi que você tinha adormecido
Vi que cresciam papoulas

No alto do seu peito
Seu peito feito em glória
Eu fui direto pra você
E assim, você entrou na minha memória

Você me vestiu os olhos
Eu te tirava a roupa
Todas as pombas que pego
Voam com uma perna só

Você ia abrindo as asas
Eu ia fechando a boca
Você era flor despida
E eu, o calorro que te envolve

Seu perfume é o veneno
Que contamina o ar que seu cabelo corta
Que me corta até a fala e o entendimento
Porque é a droga que deixa minha cabeça doida

Depois eu fico dormindo
E em uma cama mais dura que uma pedra
Sonhando que você ainda não foi embora
Sonhando que ainda me toca

E o Sol vai se avermelhando
Porque a noite está caindo
Os pássaros estão chegando
As árvores estão com sono

Suas folhas já estão cansadas
De aguentar tanto inverno
E eu sigo aqui ao seu lado
E até que o vento me leve

De luto, o céu se veste
Que vem com nuvens negras
Será que é porque ele tem ciúmes
De que, esta noite, eu te tenha?

Que escuro está ficando
Joga mais lenha na fogueira
A fogueira do sentimento
Que arde se estou ao seu lado

Seu perfume é o veneno
Que contamina o ar que seu cabelo corta
Que me corta até a fala e o entendimento
Porque é a droga que deixa minha cabeça doida

Depois eu fico dormindo
E em uma cama mais dura que uma pedra
Sonhando que você ainda não foi embora
Sonhando que ainda me toca

Seu perfume é o veneno
Que contamina o ar que seu cabelo corta
Que me corta até a fala e o entendimento
Porque é a droga que deixa minha cabeça doida

Depois eu fico dormindo
E em uma cama mais dura que uma pedra
Sonhando que você ainda não foi embora
Sonhando que ainda me toca