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Trioxina

Lord Gore

Trioxin

Enter the morgue of creation
Lifeless bodies arranged to experiment upon
A chamber hermetically sealed
To conceal the insidious toxins within
Devised by medical madmen
And embraced by nefarious military minds
To create an invincible soldier
Who feels no pain and refuses to die
Gas enervates the brain comes to life
Spasms result in the creaking of sinews
Rotting corpses flop about the table
Eyes open wide now conscious alive
Reflecting hunger and chaos inside
Overwhelming urge to eat the living
Stables of mouldering bodies
Varied mass of decayed human beings
Some newly dead others dripping with rot
Stench acrid thick sloughing flesh decomposed
Driven by impulses primal the craving is all that remains
Gorging on flesh to fill rotting guts
Killing pain as they feast on live brains
Zombies reborn as soldiers undead
A cybernetic revision of life
Mechanized with killing exoskeletons
A chemo-techno conceived necromance
Human meat enabled by machines
Slogging forth a brigade of rot
Foetid putrific stink festering decay

[Lead: Maniac]

Dripping horror walking haunting soulless frozen eyes
Seeking living viscera to feed never satisfied
Gas enervates the brain comes to life
Spasms result in the creaking of sinews
Rotting corpses flop about the table
Eyes open wide now conscious alive
Reflecting hunger and chaos inside
Overwhelming urge to eat the living

Trioxina

Entre na morgue da criação
Corpos sem vida dispostos para experimentar
Uma câmara hermeticamente selada
Para esconder as toxinas insidiosas dentro
Criadas por médicos lunáticos
E abraçadas por mentes militares nefastas
Para criar um soldado invencível
Que não sente dor e se recusa a morrer
O gás enerva o cérebro, ganha vida
Espasmos resultam no rangido dos tendões
Cadáveres em decomposição se contorcem na mesa
Olhos bem abertos, agora conscientes, vivos
Refletindo fome e caos por dentro
Impulso avassalador de devorar os vivos
Estábulos de corpos apodrecendo
Massa variada de seres humanos em decomposição
Alguns recém-mortos, outros pingando com a podridão
Fedor acre e espesso, carne em decomposição
Impulsionados por impulsos primais, o desejo é tudo que resta
Devorando carne para encher intestinos podres
Matando a dor enquanto se banquetear com cérebros vivos
Zumbis renascidos como soldados mortos-vivos
Uma revisão cibernética da vida
Mecanizados com exoesqueletos assassinos
Uma necromancia concebida pela quimio-tecnologia
Carne humana possibilitada por máquinas
Avançando uma brigada de podridão
Fedor pútrido, fétido, decomposição

[Solo: Maniaco]

Horror escorrendo, caminhando, assombrando, olhos congelados sem alma
Buscando vísceras vivas para se alimentar, nunca satisfeito
O gás enerva o cérebro, ganha vida
Espasmos resultam no rangido dos tendões
Cadáveres em decomposição se contorcem na mesa
Olhos bem abertos, agora conscientes, vivos
Refletindo fome e caos por dentro
Impulso avassalador de devorar os vivos

Composição: