395px

Senhor da Frenesia

LoreBeats

Lord of Frenzy

The path was carved in embered stone
A trail of ruin, a throne disowned
The roots beneath, now scarred and torn
Bore silent witness to flame reborn

No light to guide, no stars to chart
The fire’s call consumed the heart
Through gilded lies and golden dust
A crown was forged, betrayal’s trust

Dost thou hear the ash's decree?
A hymn of chaos, a destiny
Through splintered veils, the shadows stir
A frenzied flame, a world unsure

Lord of Frenzy, bearer of flame
A shattered world, no gods remain
Through boundless dark! Through endless fire
The crown ascends! The world expires

No laws endure, no truths withstand
Through chaos wrought, the void commands
Lord of Frenzy, the heavens yield
Through flame’s decree, the end revealed

The heavens fracture, the earth consents
A fire born of discontent
The roots dissolve in frenzied light
A kingdom scorched, eternal night

The embers climb where gods once reigned
Their hollow crowns by flame profaned
A world unmade by hands unbound
Where madness walks, no peace is found

What is a king, but a bearer of chains?
What is a flame, but a harbinger’s bane?
The thrones are dust, the heavens bleed
Through ash and fire, none are freed

Yet in the dark, a voice remains
It whispers low, it calls thy name
To wield the fire, to break the seal
Through chaos born, the truth revealed

Lord of Frenzy, crowned by flame
A broken realm, no gods remain
Through frenzied light! Through burning cries
The fire consumes! The heavens die

No roots shall rise, no stars endure
Through chaos bound, the world is pure
Lord of Frenzy, the crown is claimed
Through flame’s command, none shall remain

The skies dissolve, the earth complies
A frenzied hymn where silence lies
The fire hums, the void responds
A realm reborn where reason’s gone

I am the spark, I am the pyre
A voice unbound, a world’s desire
No gods, no thrones, no roots shall grow
Through flame eternal, the truth shall know

Senhor da Frenesia

O caminho foi esculpido em pedra ardente
Um rastro de ruína, um trono abandonado
As raízes abaixo, agora marcadas e rasgadas
Testemunharam em silêncio a chama renascida

Sem luz para guiar, sem estrelas para traçar
O chamado do fogo consumiu o coração
Através de mentiras douradas e poeira de ouro
Uma coroa foi forjada, a confiança da traição

Você ouve o decreto das cinzas?
Um hino de caos, um destino
Através de véus estilhaçados, as sombras se agitam
Uma chama frenética, um mundo incerto

Senhor da Frenesia, portador da chama
Um mundo despedaçado, nenhum deus permanece
Através da escuridão sem fim! Através do fogo eterno
A coroa ascende! O mundo expira

Nenhuma lei persiste, nenhuma verdade resiste
Através do caos forjado, o vazio comanda
Senhor da Frenesia, os céus se rendem
Através do decreto da chama, o fim revelado

Os céus se fragmentam, a terra consente
Um fogo nascido do descontentamento
As raízes se dissolvem em luz frenética
Um reino queimado, noite eterna

As brasas sobem onde os deuses reinaram
Suas coroas ocos profanadas pelo fogo
Um mundo desfeito por mãos soltas
Onde a loucura caminha, nenhuma paz é encontrada

O que é um rei, senão um portador de correntes?
O que é uma chama, senão a ruína de um arauto?
Os tronos são pó, os céus sangram
Através de cinzas e fogo, ninguém é libertado

Mas na escuridão, uma voz permanece
Ela sussurra baixo, chama teu nome
Para empunhar o fogo, para quebrar o selo
Através do caos nascido, a verdade revelada

Senhor da Frenesia, coroado pela chama
Um reino quebrado, nenhum deus permanece
Através da luz frenética! Através dos gritos ardentes
O fogo consome! Os céus morrem

Nenhuma raiz surgirá, nenhuma estrela persistirá
Através do caos atado, o mundo é puro
Senhor da Frenesia, a coroa é reivindicada
Através do comando da chama, ninguém permanecerá

Os céus se dissolvem, a terra se submete
Um hino frenético onde o silêncio reside
O fogo zune, o vazio responde
Um reino renascente onde a razão se foi

Eu sou a faísca, eu sou a pira
Uma voz solta, o desejo de um mundo
Sem deuses, sem tronos, nenhuma raiz crescerá
Através da chama eterna, a verdade será conhecida