Iris
Tu passi via e rimane la tua firma
che leggerò ancora
e la sera raccoglie parole di chi
Rimane qui disponendo dei sentimenti
spostando troppi accenti
usurai o marinai che ti domandano se vuoi
certo che no
ma non morirò
non morirò
Ricorderò una vita che sembra mia
discreta nostalgia
ed il tempo che passa rallenta così
Si perderà consumata da qualche sera
la prossima crociera
fuggirei, riposerei
magari mi addormenterei
ma certo che no
non morirò
Fantasia segna nell'anima
cerchi concentrici poesia
conta le vittime.
Perdona i complici.
Ripartirà il disegno del destino
ritornerà vicino
me ne andrei, riposerei,
magari mi addormenterei
ma certo che no
non morirò
non morirò..
Íris
Você passa e fica a sua marca
que eu ainda vou ler
E a noite recolhe as palavras de quem
Fica aqui lidando com os sentimentos
mudando muitos acentos
agentes ou marinheiros que te perguntam se quer
claro que não
mas eu não vou morrer
não vou morrer
Vou lembrar de uma vida que parece minha
uma nostalgia discreta
e o tempo que passa desacelera assim
Vai se perder consumida por alguma noite
a próxima viagem
Eu fugiria, descansaria
quem sabe eu até dormiria
mas claro que não
não vou morrer
Fantasia marca na alma
círculos concêntricos de poesia
conta as vítimas.
Perdoa os cúmplices.
O desenho do destino vai recomeçar
vai voltar perto
Eu iria embora, descansaria,
quem sabe eu até dormiria
mas claro que não
não vou morrer
não vou morrer..
Composição: Djavan / Tradotta Da E. Ruggeri