Death Gowns
The sirens blare as humanity wriggles in the grip of our ultimate destruction
Who could have thought this power would ever have been sustained
No calculations would predetermine the dire mistakes we will make
Seconds pass as genetic substructure mutates into a cancer
Bypassing our cells and vexing straight into our brains
Casualties rise bodies piled into the sky
Power trip, chaos, murder on their mind
Bleeding out excretion survival adaptation
Civil unrest systematic militarization
And there was never even a trace of hope for any you
The time has come to face our demise
We are no longer fighting disease
The streets we once walked we must now tread lightly
Echoes of violence portrayed by deceit
Rivers of blood flow down the desolated streets
Face our demise
The poison we spit is our most lethal of weapons
Razor to the tongue cutting deeper with each message
The chosen few who strive not to succumb
Not believing the lies the masses stay feeding from
But keep breeding keep feeding the numbers increasing
Mankind is slowly bleeding
The poison we spit is our most lethal of weapons
Razor to the tongue cutting deeper with each message
The sirens blare as humanity wriggles in the grip of our ultimate destruction
Who could have thought this power would ever have been sustained
No calculations would predetermine the dire mistakes we will make
The chosen few who strive not to succumb
Not believing the lies the masses stay feeding from
But keep breeding keep feeding the numbers increasing
Mankind is slowly bleeding
Face our demise
Vestes de Morte
As sirenes soam enquanto a humanidade se contorce na garra da nossa destruição final
Quem poderia imaginar que esse poder algum dia seria mantido
Nenhum cálculo poderia prever os erros terríveis que vamos cometer
Os segundos passam enquanto a subestrutura genética se transforma em um câncer
Ignorando nossas células e invadindo diretamente nossos cérebros
As vítimas aumentam, corpos empilhados até o céu
Tripulação de poder, caos, assassinato em suas mentes
Sangrando, excreção, adaptação para sobreviver
Desordem civil, militarização sistemática
E nunca houve nem mesmo um traço de esperança para nenhum de vocês
Chegou a hora de enfrentar nossa ruína
Não estamos mais lutando contra doenças
As ruas que antes caminhávamos agora devemos pisar com cuidado
Ecos de violência retratados pela traição
Rios de sangue escorrem pelas ruas desoladas
Enfrentamos nossa ruína
O veneno que cuspimos é nossa arma mais letal
Lâmina na língua cortando mais fundo a cada mensagem
Os poucos escolhidos que se esforçam para não sucumbir
Não acreditando nas mentiras que as massas continuam a alimentar
Mas continuam a procriar, continuam a alimentar, os números aumentando
A humanidade está lentamente sangrando
O veneno que cuspimos é nossa arma mais letal
Lâmina na língua cortando mais fundo a cada mensagem
As sirenes soam enquanto a humanidade se contorce na garra da nossa destruição final
Quem poderia imaginar que esse poder algum dia seria mantido
Nenhum cálculo poderia prever os erros terríveis que vamos cometer
Os poucos escolhidos que se esforçam para não sucumbir
Não acreditando nas mentiras que as massas continuam a alimentar
Mas continuam a procriar, continuam a alimentar, os números aumentando
A humanidade está lentamente sangrando
Enfrentamos nossa ruína