Diamante
Yo no sé cómo cantar una canción de amor
vencido porque nunca me dejaron
no se puede comprender el sufrimiento
sin sentir algún dolor.
Lo que quise yo lo tuve
la fortuna me sonríe desde siempre
no me queda placer por probar
y no hay nada que me haga llorar.
Yo no sé cómo cantar una canción de amor
Dolido porque no me lastimaron
no me pueden fácilmente hacer pedazos
porque frágil.
Yo no soy,
lo que pasa que este corazón de piedra se revela a su destino
y se deja llevar otra vez
no hay manera de hacerle entender.
Si supieras lo que siento al no sentir lo que se siente
cuando uno se enamora
ver que todo nace y muere
y uno sigue sin poder participar
sé que a veces cambiaria
si pudiera mi vida
por otra vida caería del cielo
hacia el mar me hundiría
en el barro mortal.
Diamante
Eu não sei como cantar uma canção de amor
vencido porque nunca me deixaram
não dá pra entender o sofrimento
sem sentir alguma dor.
O que eu quis eu tive
a sorte sempre sorriu pra mim
não me resta prazer em experimentar
e não há nada que me faça chorar.
Eu não sei como cantar uma canção de amor
ferido porque não me machucaram
não podem facilmente me despedaçar
porque sou frágil.
Eu não sou,
o que acontece é que esse coração de pedra se rebela ao seu destino
e se deixa levar de novo
não há jeito de fazê-lo entender.
Se você soubesse o que sinto ao não sentir o que se sente
quando alguém se apaixona
ver que tudo nasce e morre
e a gente segue sem poder participar
sei que às vezes eu trocaria
se pudesse minha vida
por outra vida que cairia do céu
para o mar eu afundaria
no barro mortal.
Composição: Jorge Serrano / Zucchero